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Cibertúlia

Dúvidas, inquietações, provocações, amores, afectos e risos.

Março 15, 2014

Um "cortejo singular" que se cruzou com imagens de um quotidiano de fim de tarde

Miguel Marujo

 

«Nas Escolas Gerais, antes da subida final para o Mosteiro de São Vicente de Fora, a rua aperta tanto que o cortejo fúnebre (composto por bispos, figuras políticas, da sociedade civil e fiéis), quase toca na única esplanada que ali permanece e de uma mesa só. Sentado, um homem com uma criança ao colo bebe uma cerveja de garrafa. No pires está servido com presunto e pickles. Um quotidiano que toca com os cânticos que entoam prelados e presbíteros e fiéis, que bem pode sintetizar a imagem deixada pelo patriarca José Policarpo, quando gostava de viver e discutir o mundo contemporâneo. Já depois das sete, do toque dos sinos do mosteiro, o povo irrompeu em aplausos. A urna tinha desaparecido para dentro do Panteão dos Patriarcas.» 

 

- o início da reportagem da Ana Bela Ferreira e minha, no funeral do patriarca José, hoje na edição em papel do Diário de Notícias, foto MM, na Sé Patriarcal de Lisboa.

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