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Cibertúlia

Dúvidas, inquietações, provocações, amores, afectos e risos.

Agosto 06, 2014

Estado mínimo. Estado máximo.

Miguel Marujo

«ESTADO MÍNIMO PARA OS POBRES, ESTADO MÁXIMO PARA OS RICOS | Se a solução encontrada para o "sarilho BES" pelo "triângulo das Bermudas", situado entre São Bento, Belém e a Igreja de São Julião, fosse tomada por um governo socialista, o pessoal do costume, naqueles blogues que fizeram a ossatura deste governo, em que se cita Tocqueville e Benjamin Constant, a torto e a direito, estariam a destilar veneno contra a"ofensiva socialista contra os mercados", a "expropriação de accionistas", a "destruição do mais antigo banco português" a "nacionalização da banca". Agora, uns, estão calados; outros, dizem que qualquer outra solução seria pior. O "neoliberalismo" português é isto: o Estado não tem que pagar subsídios de desemprego a "quem não quer trabalhar". Mas o Estado deve intervir (e avançar, no escuro, com quase 5 mil milhões de euros dos contribuintes) para salvar um banco.» Tomás Vasques, no seu facebook

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