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Cibertúlia

Dúvidas, inquietações, provocações, amores, afectos e risos.

Outubro 13, 2012

oração.

Miguel Marujo



Oh, Lord, help me walk
Another mile, just one more mile;
I'm tired of walkin' all alone.

And lord, help me to smile
Another smile, just one more smile;
Don't think I can do things on my own.

I never thought I needed help before;
Thought that I could get by - by myself.
But now I know I just can't take it any more.
And with a humble heart, on bended knee,
I'm beggin' You please for help

Oh come down from Your golden throne to me, to lowly me;
I need to feel the touch of Your tender hand.
Release the chains of darkness
Let me see, Lord let me see;
Just where I fit into your master plan.

I never thought I needed help before;
Thought that I could get by - by myself.
Now I know I just can't take it any more.
And with a humble heart, on bended knee,
I'm beggin' You please for help
With a humble heart, on bended knee,
I'm beggin' You please for help.

Outubro 13, 2012

as vozes que falam com Deus

Miguel Marujo


Às vezes copiamos algo que tomamos (também) como nosso, como este vídeo e este texto que o acompanha: «Well closer to God is the one who's in love, disse-o tantas vezes Damien Rice, e ninguém o compreendeu tão bem quanto The xx. O que há de mais íntimo e incomunicável nisto de nos apaixonarmos está aqui, em verso, respiração e batimento cardíaco, e eu desafio qualquer alminha sobredotada para a poesia, tratado filosófico ou bruxaria a tentar o milagre. É a (minha) música do ano. Digamos que também ela está muito próxima de Deus.» [Menina Limão]


You move through the room
Like breathing was easy
If someone believed me
They would be
As in love with you as I am

Outubro 12, 2012

Da necessidade urgente e evidente

Miguel Marujo

«O RESPEITO PELOS BENS DO OUTRO
O sétimo mandamento proíbe o roubo, isto é, a usurpação do bem de outro contra a vontade razoável do proprietário. Não há roubo se o consentimento [for] presumido ou se [a] recusa é contrária à razão e à destinação universal dos bens. É o caso da necessidade urgente e evidente, em que o único meio de acudir às necessidades imediatas e essenciais (alimento, abrigo, roupa...) é dispor e usar dos bens do outro.» [Do Catecismo da Igreja Católica]

Outubro 12, 2012

Da obscenidade

Miguel Marujo

«As pessoas que estiverem a receber o subsídio de desemprego vão ficar sujeitas a uma contribuição para a Segurança Social de 6% a partir do próximo ano, de acordo com a versão preliminar da proposta do Orçamento do Estado de 2013. No caso de doença, o subsídio que a pessoa recebe vai igualmente ficar sujeito a uma contribuição de 5%.»

Outubro 12, 2012

Não há coincidências

Miguel Marujo

«O primeiro-ministro, Pedro Passos Coelho, exonerou uma das suas 11 secretárias pessoais, Helena Belmar Costa, por, alegadamente, ter utilizado indevidamente bens do chefe do Executivo, noticia hoje o “Correio da Manhã”. O despacho com a exoneração da secretária foi ontem publicado em Diário da República, com produção de efeitos a partir de 24 de Setembro. De acordo com o “CM”, citando fontes do PSD, o motivo que estará na origem da demissão é o uso abusivo de bens do primeiro-ministro. Questionado pelo jornal, o gabinete de Passos Coelho disse não ter “qualquer comentário a fazer”. O nome de Helena Belmar surge hoje na notícia do “Público”, sobre o favorecimento de Relvas, durante o seu mandato como secretário de Estado da Administração Local, à empresa que era então administrada pelo actual primeiro-ministro, Passos Coelho. Helena Belmar era, na altura, secretária pessoal de Relvas. A secretária colaborou com o PSD durante vários anos.» [in Negócios]

Outubro 11, 2012

Liberais de algibeira

Miguel Marujo


Gosto tanto-tanto-tanto dos "liberais" que se passeiam por aí a fazer opinião, e que estão no poder (e que também vêm a este blogue ou à minha página do Facebook), a perorar contra o Estado (e a clamar por o Estado português ser socialista, até com este - pasme-se! - Governo), mas depois gostam tanto-tanto-tanto de ter o Estado a encher-lhes a algibeira. Não percebo: se o Estado é tão mau e caro porque gostam eles de que esse Estado lhes compre o software, lhes dê a bolsa ou lhes compre os serviços?! Como diria o outro, e o socialista sou eu?!


Outubro 08, 2012

Legislar mal

Miguel Marujo

Antes, a legislação sobre a licença pela morte de um familiar era clara e estabelecia o momento em que se devia contar os dias de nojo. Era opcional, escolhido pelo trabalhador. Hoje, a lei define apenas que se tem direito "até cinco dias consecutivos", sem dizer a partir de quando, abrindo a porta à discricionariedade de empresas e patrões. Pergunto-me: se se mexe para pior, porque se mexe na lei?! 230 deputados, assessores parlamentares, chefe de Estado, assessores presidenciais e juízes constitucionais têm a resposta.