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Cibertúlia

Dúvidas, inquietações, provocações, amores, afectos e risos.

Junho 29, 2012

Buuuh!

Miguel Marujo

O Governo vaiado e insultado colhe as tempestades que semeou, semeia e se prepara para semear. Mas escusam de vir os comentadores encomendados ou alguns assessores da praxe falar em "sindicalistas da CGTP". Vão dizer isso aos 400 que esta semana perderam emprego só no distrito de Castelo Branco, que o insulto que eles vos devolverem só pecará por escasso.

Junho 28, 2012

Pontos de vista

Miguel Marujo

«Un article, ce n'est pas seulement la résultante de la subjectivité d'un journaliste et des conditions économiques de la production de son média. Un article résulte aussi de ce que mange, boit, son auteur. Et de la manière dont il se transporte. On n'écrit pas la même chose, selon que l'on se déplace en métro aux heures creuses, en voiture, en TGV, en RER, en bus de presse, en wagon spécial affrété par les communicants, ou bien à pied ou à vélo.» [Daniel Schneidermann]

Junho 26, 2012

Triste Igreja esta, a nossa...

Miguel Marujo

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 ... que demite um bispo porque foi fotografado abraçado a uma mulher e não o questiona antes por estar a passar férias num resort de luxo, quando é (era) presidente da Cáritas argentina.
[a partir de uma dica de X.]

Junho 23, 2012

ERC. C de Censura

Miguel Marujo

A ERC deliberou por 3 votos a favor e 2 contra que não há provas das eventuais ameaças de Miguel Relvas ao jornal Público. Sabe-se que, para além da deliberação emitida, há uma declaração de voto de um dos dois vencidos. Mas o site da ERC não a publica. Porquê?

Junho 21, 2012

O Latim e o Grego caminham para a extinção nas escolas. Ai o que não diriam estes senhores sobre o eduquês de outros tempos

Miguel Marujo

«Não basta dizer que os planos curriculares do ensino secundário continuam a contemplar o Latim e o Grego – mas que os alunos e as suas famílias não os escolhem (tal como quando “os mercados” não compram a nossa dívida soberana ou “as audiências” não gostam de ópera na televisão), sacudindo responsabilidades e remetendo para o vulgo aquilo que o vulgo ignora. Estas áreas, pela sua delicadeza e pelo sério risco de extinção que enfrentam, precisam de medidas especiais de garantia, defesa, preservação e promoção, tal como, num passado recente, se fez para certas áreas ameaçadas no ensino superior (as artes e as “ciências navais”, por terem sido consideradas áreas estratégicas e em risco).» (João Velosoprofessor de Linguística Geral e Portuguesa da Faculdade de Letras da Universidade do Porto)

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