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Cibertúlia

Dúvidas, inquietações, provocações, amores, afectos e risos.

Junho 29, 2011

Há um ano (razões)

Miguel Marujo

Há um ano escrevi que um dos "[problemas] que levou ao fecho do 24horas" era "uma suicida ausência da internet, que até podia ter contribuído para acabar com o mito que fez caminho agora com o seu encerramento..." Um ano depois, que hoje se passa, vejo que as notícias mais lidas nos sites do Público, Expresso e DN são relacionadas com a morte de Angélico. Um ano depois, mais confirmo a minha tese: foi suicida a ausência do 24horas da internet.

Junho 29, 2011

Há um ano (todos os nomes)

Miguel Marujo

Ana, João, Luís, Marisa, Hugo, Sofia, Nuno, Ricardo, Gonçalo, Pedro, Raquel, Patrícia, Mónica, Rute, Duarte, Francisco, Joaquim, Marco, Andreia, Fernanda, Paula, Olga, Dília, Alexandre, António, Alexandra, Fernando, Catarina, Vitor, Natália, Diana, Cynthia, Miguel, André, Carla, Vânia, Susete, Valdemar, Filomena, Lina, Carlos, Sónia, Vanda, Júlio, Rui, Luís, Sandra, Rogério, Guida – e mais uns quantos, sim. Pediram-me que registasse um momento que marcou estes meus 1142 dias de 24horas; prefiro registar os nomes de quem os fez.

 

[na última edição do 24horas, a 29 de Junho de 2010, foi publicado este meu texto; há um ano...]

Junho 29, 2011

Marcelices

Miguel Marujo

1. No domingo, Marcelo acertou na hora e dia da tomada de posse dos secretários de Estado. Mas pelos vistos falou demais sobre Bairrão. Sabe-se que acertou em cheio também no nome.

 

2. Na quinta-feira, Marques Mendes deu o nome de Marco António Costa para a Secretaria da Segurança Social. Percebeu-se que não se desconvida o "vice" do partido, que manda no aparelho.

 

3. Pedro Martins era dado há vários dias como secretário de Estado na Economia. Outro que ninguém desconvidou. Afinal Passos não gosta de ver só alguns nomes na praça pública.

 

4. Vem aí o PEC V, travestido de (suposta) derrapagem (parcelar) do défice. Afinal as desculpas dos outros servem.

 

5. Privatiza-se muito. Seria de bom tom conhecer os interesses empresariais actuais e antigos de governantes para que estas privatizações não venham a ser os tottas, que Belém tão bem conhece, do século XXI.

 

6. Mantêm-se a RTP/RDP África e Internacional, vende-se quase tudo o resto: nunca é demais garantir os votos das comunidades emigrantes, porque os votos do Rio podem atrapalhar.

 

7. Vivemos uma situação explosiva, insiste Cavaco. O senhor continua a falar do passado, cultivado logo a abrir em 1987, com as pescas e a agricultura destruídas. E no presente quer que compremos produtos nacionais. Eu gostava de ver o talão de compras do supermercado lá de casa. Só para confirmar o nacionalismo saloio...