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Cibertúlia

Dúvidas, inquietações, provocações, amores, afectos e risos.

Maio 24, 2011

Rigor histórico

Miguel Marujo

Vasco Pulido Valente escreveu na sua crónica de domingo que Sócrates não permitiu mais nenhuma pergunta da assistência na Conferência do Diário Económico, depois de ter sido interpelado por um empresário (que por acaso até é um descomprometido apoiante de Cavaco). É mentira (estive lá): quem reservou uma única pergunta para cada líder dos partidos da troika foi o moderador da conferência, o próprio director do DE. Não vi hoje nenhum Público errou...

Maio 23, 2011

Eles não esquecem

Miguel Marujo

O Costa a quem Passos tirou o micro por estar a atacar Paulo Portas é o mesmo que, no congresso de Julho de 2003, com Durão primeiro-ministro e Portas ministro, comparava o líder do CDS ao diabo:

«O povo lembra. "Encontrei o 'Zé' do Marcelo Rebelo de Sousa, do Pedro Santana Lopes e do Durão Barroso, o 'Zé' esquecido" em tempos de poder, que pediu a um delegado, Fernando Costa, para ser lembrado. "Ó Costa, dá lá uns recados, diz que este congresso está muito pacífico, que as bases é que devem falar."

O povo engole. A custo, aplaude-se o líder popular Paulo Portas, outras vezes vaiado. Mas há quem ainda tenha dificuldades em beber do mesmo corpo e sangue: "Temos uma maioria absoluta, infelizmente com Paulo Portas." E daí a conclusão do mesmo delegado: "Com Deus me deito, com o Diabo me levanto.

Maio 15, 2011

Não sei porque é que se riem, é uma organização democrática dos países todos, que se reúnem, como as pessoas, em torno de uma mesa para discutir os seus assuntos, e no fim tomar as decisões que interessam a todos…

Miguel Marujo

Maio 14, 2011

Os portugueses, de facto, continuam a enfiar o barrete da dívida astronómica da Madeira

Miguel Marujo

«O presidente do Governo Regional, Alberto João Jardim, disse hoje que o primeiro-ministro demissionário e secretário-geral do PS, José Sócrates, não é criticável pela "lata que tem", mas sim o povo português por "enfiar" os "barretes" dele.» (da Lusa)

 

Diz o senhor, um dia depois de reconhecer que "não tem dinheiro para mandar cantar um cego", mas continua a querer inaugurar tudo até Outubro.