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Cibertúlia

Dúvidas, inquietações, provocações, amores, afectos e risos.

Julho 20, 2010

Revisão, 2

Miguel Marujo

É fácil despedir, mesmo sem justa causa, a empresa inventa, ou inventa um fecho abrindo a porta ao lado, e o juiz atrasa. Dizer isto é dizer que o PSD quer facilitar ainda mais a vida aos seus. Isto não é liberalismo: é não querer saber das pessoas. As que importam, sempre, sem ideologias.

Julho 18, 2010

Dizer dos nossos pais

Miguel Marujo

«É uma figura que não posso esquecer, não tanto pelo seu trabalho intelectual, mas por uma bondade quase inimaginável. Para mim, é mesmo a imagem da bondade de Deus, a imagem com que o meu Pai tratava todas as pessoas, e muitas vezes as pessoas mais modestas, mais humildes.» (José Mattoso, à TSF)

Julho 18, 2010

Relativismos

Miguel Marujo

Os indignados do costume apontam o dedo de cada vez que o Governo se faz à estrada em negócios com a Venezuela ou a Líbia, mas agora nem uma palavrinha sobre a maior comitiva empresarial que este domingo vai vassalar esse grande democrata que é José Eduardo dos Santos.

Julho 15, 2010

Talvez

Miguel Marujo

 

Os jornalistas desportivos em Portugal ficam sempre impressionados com a quantidade de pessoas que gostam de modalidades. Talvez porque eles só pensem no futebol.

 

O jornalista da SportTv pasmava por não haver perguntas em português a Sérgio Paulinho, ontem no final da etapa em que foi vencedor. Talvez porque o seu canal que mandou uma embaixada à África do Sul se tenha esquecido de enviar um repórter ao Tour.

Julho 14, 2010

Descontinuar esta gente

Miguel Marujo

A Média Capital descontinuou o Rádio Clube, anunciaram as páginas de jornais dos últimos dias, dispensando 36 colaboradores. Estes eufemismos capitalistas enternecem: despediram trabalhadores, acabaram com uma estação de rádio, mas têm medo das palavras certas.

Julho 14, 2010

Dias estranhos

Miguel Marujo

A política impregna-se agora no dia-a-dia, sobra pouco para vir aqui respirar, olhar além da espuma dos dias, descobrir um país que se alimenta das mesmas personagens há anos e que depois se colocam ali na margem do Tejo a desdenhar como o velho de sempre, os velhos que fazem este país tropeçar, apesar de nos tentarem convencer que eles têm o remédio, quando há muito já nos envenenaram.