Saltar para: Posts [1], Pesquisa [2]

Cibertúlia

Dúvidas, inquietações, provocações, amores, afectos e risos.

Dezembro 29, 2008

Listas

Miguel Marujo

A tendência agrava-se - e contribuo para os números que dão conta da baixa nas idas ao cinema. O MEO veio trazer-me um Blockbuster ao domicílio, mas ainda assim não tenho visto tanto quanto queria. Na música vou equilibrando entre as novidades de breaking news e as nostalgias de alguns fundos de catálogo. Safo-me com a TV a desoras, que é quando ela vai sendo mais interessante, mas mesmo assim escaparam-se-me algumas coisas. As listas dos melhores do ano ficam assim inibidas. Posso no entanto indicar alguns bons roteiros de compras a não perder em supermercados. É a lista possível.

Dezembro 27, 2008

Dia 27

Miguel Marujo

75 anos, a minha Mãe. 80 anos, o Manuel. Há datas redondas que fazem desta época mais  Natal ainda.

Dezembro 27, 2008

Pouco murcho

Miguel Marujo

Já aqui pespeguei fúrias contra coisas cá da casa - sim, do que leigos, padres, bispos ou o Papa dizem. Portanto: posso eu bem com os dislates que eles dizem. Mas enternece-me a fúria de amigos ou conhecidos ou bloguistas contra algumas ideias de Bento XVI ou de Policarpo ou de João Seabra ou do César das Neves.

 

Enternecem-me as fúrias, a perseguição (edipiana, talvez) a cada espirro dos senhores - porque é mais fácil não ter de olhar para o que de muito bom muitos católicos dizem (e sim, até o Papa, e bispos, e padres e leigos). Agora, mais enternecido fico com os ataques aos sapatos Prada (que o Vaticano já desmentiu, mas não deixemos que a verdade estrague um bom post) ou, como fez um tal senhor Desidério Murcho no Público, as saias do Papa: "um homem vestido de saias", dizia ele, em tom pejorativo. Pois, pois: de tolices estamos conversados. Mas permitam-me o gozo nos mesmos termos: um homem murcho e desidério, terá o desiderato de falar grosso assim para impor argumentos?! Parece.

 

[noto agora: deve ser da época, há um ano, neste mesmo dia, respiguei umas coisas sobre o tema]

Dezembro 26, 2008

Amigos

Miguel Marujo

A constatação do ano é que Pedro Santana Lopes é um homem só. Não tem verdadeiros amigos. Todos os nossos amigos, em algum momento da vida, podem chamar-nos de lado e dizerem-nos para não fazermos figuras tristes ou ridículas. E por serem amigos, ouvimo-los. Santana ao querer regressar a Lisboa, depois do desastre que foi a sua passagem pela autarquia (e pelo Governo), está a dizer-nos que não teve nenhum amigo a falar-lhe na hora certa.

Pág. 1/7