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Cibertúlia

Dúvidas, inquietações, provocações, amores, afectos e risos.

Fevereiro 12, 2008

Contentinho

Miguel Marujo

Diz o PGR (já viram como se acotovelam os nossos responsáveis para dizer inanidades?!) que o facto de existirem processos já é bom. Pois: eu espero há um ano e meio que o Tribunal de Trabalho se digne a chamar-me para julgar o meu despedimento ilegal. Felizmente, não dependo da bondade desta Justiça. Mas o PGR deve estar contentinho da silva: o meu processo está lá, parado.

Fevereiro 12, 2008

A ponte é uma passagem

Miguel Marujo

Haja pontes. Agora saltam ideias para travessias do Tejo de todos os lados. Eu, por mim, tapava o rio, de Vila Franca ao Bugio, e dava a concessão ao senhor Ferreira do Amaral, a virgem pudica que também acha que o bastonário deve provar as acusações que fez.

Fevereiro 12, 2008

Um ano depois

Miguel Marujo

«Responsabilidades. O Sim ganhou. O país ganhou. O Estado secular ganhou. Agora é tempo de tornar o aborto mais raro, precoce e seguro, acabar com a liberalização de vão de escada. É tempo de despenalizar.»

[Inquietante inquietude de tantos "da vida" que agora acusam os do Sim de não haver tantos abortos como era suposto! Hmmm... Repito este post para se lembrar o óbvio da campanha de então: torná-lo mais raro...]

Fevereiro 11, 2008

Coerências (mais)

Miguel Marujo

Escreveu Pacheco: «Nós deveríamos ser o país com melhor informação sobre Timor, depois da Austrália. Temos lá jornalistas dos órgãos de comunicação do estado dentro de uma ideia de "serviço público". No entanto, acordamos sempre com novidades cujo contexto desconhecemos, desenquadradas de tudo, e foi preciso que Mário Alkatiri fornecesse uma interpretação política do que estava a acontecer...»
O mesmo Pacheco que se queixava que a nossa comunicação social tinha Timor a mais, agora parece desconhecer o que se escreve de Timor todos os dias. Não sabe que há dias a Lusa noticiava os ataques de Reinado e as reacções dos dirigentes timorenses e procurava enquadrar estes incidentes.
É o mesmo Pacheco que devia saber que Alkatiri não se chama "Mário".

[post cozinhado no msn, com o Rui]

Fevereiro 10, 2008

"Aos domingos, vou à bola"

Miguel Marujo

Música esquecida a dos Manifesto, quando se ia aos domingos à tarde à bola e se ficava marado da tola. Às 15h, de Inverno; às 17, no pico do Verão. Hoje, ao ouvir o relato do Sertanense-FC Porto na rádio, lembrei-me das tardes agarradas ao transístor. Os miúdos nas bancadas aos berros ("é falta!, gatuno!"), que vinham pelas ondas da TSF, sublinharam o óbvio: o Sertanense foi o vencedor ao dizer não aos milharzinhos da Tv para passar o jogo à noite. Seria uma festa na mesma; assim, foi mais genuína.