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Cibertúlia

Dúvidas, inquietações, provocações, amores, afectos e risos.

Janeiro 04, 2008

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Miguel Marujo

1967-2007, Olímpio Ferreira - Um homem que fazia livros [esta imagem vinha com o e-mail do Zé Carlos, esta manhã: «Soubemos pela Sara que vem hoje um artigo no Público sobre o Olímpio, que segue em anexo, caso ainda não o tenham. Faltou dizer que era o mais brilhante contador de anedotas que alguma vez ouvimos...» Para ler, clicar na imagem.]

Janeiro 02, 2008

Fumado

Miguel Marujo

O senhor ASAE disse que metade dos restaurantes estava condenado a desaparecer. Depois do senhor ASAE ter sido apanhado a fumar depois da meia-noite de dia 1 talvez seja ele que esteja condenado a desaparecer. À mulher de César não basta parecer séria.

Janeiro 02, 2008

Olha para o que eu digo, não para o que eu fiz

Miguel Marujo

«Há que encarar as críticas como um estímulo para fazermos melhor.» Cavaco Silva, na sua mensagem de Ano Novo, pedindo mais diálogo ao Governo. Ele, o primeiro-ministro do buzinão, das bastonadas aos estudantes, do Carnaval a trabalhar, do "deixem-me trabalhar"...

Janeiro 01, 2008

Sem dizer adeus (oração)

Miguel Marujo

«Para o Olímpio
[...] O paginador, quando dá por preparado um livro, está sujeito à mesma lógica unidireccional que nós: só pode avançar na ordem crescente, da primeira para a última página, fechando cada uma à sua vez e sem voltar atrás. Trabalha noite fora, tomando decisões que — ele sabe — irão afectar tudo o que está para diante, mas sem adivinhar muito bem como, nem de que forma.
A diferença notória é que este é um livro que não se fecha, e no qual todos ficamos a meio. Vamos acumulando eventos e perdendo tempo. Somos empurrados para a frente sem outra escolha. Vivemos algumas alegrias, se as houver. E, em geral, vamos ganhando um coração magoado e a lembrança carregada de saudades. É pelos amigos que ficaram para trás, mas que ainda traremos connosco para 2008 e os mais anos que restarem, sempre futuro adentro.»
Rui Tavares

Janeiro 01, 2008

Sem dizer adeus*

Miguel Marujo

O Olímpio encontrava o justo espaço para a palavra na página, o Alberto traçava a linha certa para ocupar o lugar. Aos amigos dos dois, resta-nos a memória das suas palavras e linhas. A mim faltam as palavras e as linhas para dizer adeus. Sem dizer adeus.

* - título pedido emprestado ao Rui, ontem no Público

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