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Cibertúlia

Dúvidas, inquietações, provocações, amores, afectos e risos.

Novembro 21, 2006

Os melhores de uma ínfima escolha

Miguel Marujo

O blogue Geração Rasca promove os melhores blogues de 2006 [regulamento disponibilizado aqui]. Também eu caio na tentação. Sei que todas estas escolhas são subjectivas e representam uma ínfima parte do universo dos blogues, apenas aqueles que conheço e leio regularmente. Havia outros a escolher e tentei dividir o mal pelas aldeias (evitar repetições). Apenas em duas categorias me repito: o «melhor blog» é feito, quanto a mim, pelo «melhor blogger», um pouco à semelhança do Óscar para melhor filme e melhor realizador...

Eis a minha lista de seis nomeados nas seis categorias (por ordem alfabética), que podem e devem comentar e, mais ainda, visitar:

- Melhor Blog Individual Feminino: Cenas de Gaja, Dias de uma princesa, Educação Sentimental, O Mundo Perfeito, Tralha Ralha, Wasted Blues
- Melhor Blog Individual Masculino: Adufe, A matéria da Bretanha, Arrastão, Bandeira ao vento, Palombella Rossa, Voz do Deserto
- Melhor Blog Colectivo: Aspirina B, Baixa Autoridade, Cinco Dias, Enchamos tudo de futuros, Glória Fácil, Sociedade Anónima
- Melhor Blog Temático: Capas de Culto, Diário de um quiosque, Foram-se os anéis, Fotoben (diário d'imagem), Passado/Presente, Sabor a sal
- Melhor Blog: A Origem das Espécies, Avatares de um desejo, Estado Civil, French Kissin', Vidro Duplo, Welcome to Elsinore
- Melhor Blogger: Bruno Sena Martins, Carla Carvalho, de Elsinore, Francisco José Viegas, João Morgado Fernandes, Pedro Mexia, Sara Pais
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Novembro 21, 2006

A cegonha

Miguel Marujo

A pequenita, de bibe, não terá mais de cinco, seis anos, e diz com um ar quase pungente:
- O Dudu disse na escola que a Flor acorda e está grávida!
- Não é verdade, responde a mãe.
- É, é.
- Não é.
- Vamos ver na telenovela quando chegarmos a casa, remata a miúda.

Novembro 21, 2006

Incompetências privadas, gastos públicos

Miguel Marujo

É dito e repetido até a pedra dura ceder: a função pública supostamente improdutiva custa muito ao país. O contrário seria a excelência do privado. Mas dos incompetentes no privado - administradores, directores-gerais, directores disto e daquilo (posso nomear uns quantos, sem pensar muito) - ninguém fala, dizem que é problema de cada uma das empresas. Não é: a partir do momento que esses incompetentes despedem alguém ou alguéns, o Estado passa a cuidar dessas pessoas, com o subsídio de desemprego, e a arcar com a improdutividade de alguém atirado para a rua porque um qualquer medíocre assim decidiu.