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Cibertúlia

Dúvidas, inquietações, provocações, amores, afectos e risos.

Novembro 14, 2006

A letra C

Miguel Marujo

Em Havana, Cuba, vai um miúdo pela estrada, cruza-se com Fidel Castro.
Este, ao ver que o miúdo o ignora, pergunta-lhe:
- Oye niño, sabes tú quién soy yo?
- No señor, no se quién es usted, ni me interesa.
Fidel muito chateado diz-lhe:
- Como castigo por no conocer al comandante Castro, ahora mismo tienes que decirme 20 palabras que comiencen con la letra "C" paraque nunca más en tu vida se te olvide que mi apellido es Castro con la letra "C".
E o miúdo responde:
- Compañero Comandante Castro, cómo y cuando, carajo, comeremos carne con cerveza Corona como comen los camaradas comilones del Comité Central Comunista Cubano...?
Fidel ficou de boca aberta, e após um momento disse:
- Falta una!
- Cabrón!
[recebida por e-mail]

Novembro 14, 2006

Homem ao rio

Miguel Marujo

Rui Rio vai apresentar mais um projecto para acabar com a subsidiodependência no país - no Parlamento, com a caução do seu partido, que certamente o apoiará como apoiou Jardim, e em sede própria (na Câmara do Porto), conforme os casos: 1) acabar com os subsídios de financiamento dos partidos*; 2) acabar com os subsídios de apoio aos deputados deslocados; 3) acabar com os subsídios de representação que os autarcas portuenses auferem, com Rio à cabeça.

[* - esta ideia li-a ontem algures, peço desculpa por não a poder atribuir a quem de direito.]

Novembro 14, 2006

Zás, blasfémia!

Miguel Marujo

Zapatero é um destrambelhado. Aprovou casamentos gays, separou as coisas de césares e deus, conseguiu a paz (por enquanto, frágil) no País Basco, mantém a economia forte, deu espaço às autonomias sem desagregar o estado. Tudo isto irrita a direita, que gosta de lembrar que o presidente do Governo espanhol ganhou as eleições graças ao terrorismo (quem não lê os ataques furibundos de Helena Matos no Público ou no Blasfémias?), omitindo as mentiras de Aznar. Tudo isto irrita a direita que adora aplaudir esse mesmo Aznar (vd. Helena Matos). Mas essa direita calou-se com os recentes desmandos aznarentos (vd. Helena Matos). Pode parecer um pormenor ou coisa menor, mas não é. A direita se calhar ainda é marialva ou prefere defender públicas virtudes e manter vícios privados. E se fosse Zapatero, amigo de terroristas e de coisas fracturantes, aí sim, a coisa seria grave.