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Cibertúlia

Dúvidas, inquietações, provocações, amores, afectos e risos.

Junho 07, 2006

Agências de comunicação

Miguel Marujo

Estão na ordem do dia, graças a Carrilho. E há razões para suspeitar de uma cabala, de facto: alunos da Portela fecharam a escola a cadeado e explicam as suas razões num comunicado enviado por... uma agência de comunicação. Ele há cada uma.

Junho 07, 2006

Um assassino

Miguel Marujo

O senhor de extrema-direita que foi detido com armas e outros materiais proibidos e que diz querer combater a criminalidade de "estrangeiros" é um assassino condenado. Da Lusa, hoje, nos parágrafos finais da notícia: "Mário Machado é dirigente da Frente Nacional, um movimento que apoia o Partido Nacional Renovador e foi o organizador de manifestações recentes em Lisboa contra a criminalidade alegadamente desencadeada por imigrantes e em Vila de Rei contra a instalação de cidadãos brasileiros no concelho. Segurança de profissão, Mário Machado foi condenado em 1997 a uma pena de prisão de quatro anos e 3 meses por envolvimento na morte de Alcino Monteiro - crime de 1995, no Bairro Alto, que levou à condenação de 15 cabeças-rapadas. Mário Machado está actualmente a ser julgado no Tribunal da Boa-Hora, Lisboa, por extorsão, dois crimes de sequestro e posse ilegal de armas"

Junho 07, 2006

É só fumaça

Miguel Marujo

Um incêndio em tempos na estação do metropolitano da Alameda começou com um cigarro. Hoje é proibido fumar no metro. Alguém nota?
Um cigarro nos bastidores do Coliseu do Porto provocou um incêndio. Já era proibido fumar em recintos fechados. Alguém ainda nota?
Agora, os donos dos restaurantes vão vigiar clientes e patrões vão decidir quem fuma. Alguém vai notar?

Junho 07, 2006

Outros, a respigar

Miguel Marujo

«Sinceramente, eu penso que a coisa passou um bocado despercebida ao nosso jornalismo, tirando claro está o António Marujo. E passou também despercebida à blogosfera, até mesmo à nossa teosfera. Pois foi mesmo uma coisa espantosa. Quem melhor captou o sentido profundo daquilo que o papa Bento XVI fez e disse naquele lugar, foi Bénard da Costa, o homem que saiu da Igreja Católica na Nacional 1 quando viu passar o papa Paulo VI dirigindo-se a Fátima e a Salazar que lá o esperava.» A Terra, de regresso(s).