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Cibertúlia

Dúvidas, inquietações, provocações, amores, afectos e risos.

Abril 17, 2006

A derrota das couves e alforrecas

Miguel Marujo

[divulgados hoje]

Top Bertrand:
1º (N) - «Diário da tua ausência» - Margarida R. Pinto
2º (1º) - «À primeira vista» - Nicholas Sparks
3º (N) - «Primeiro as senhoras» - M. Zambujal
4º (3º) - «Uma chuva de diamantes» - Sveva Casati Modignani
5º (N) - «As loucuras de Brooklyn» - Paul Auster
6º (N) - «No país dos jeitosos» - J. Pedro Gomes
7º (6º) - «O Codex 632» - José Rodrigues dos Santos
8º (7º) - «O Eduquês em discurso directo -
Uma crítica da pedagogia romântico e construtiva» - Nuno Crato
9º (N) - «Correspondência de Sophia de Mello Breyner
e Jorge Sena 1959 - 1978»
10º (8º) - «Freaknomics - O estranho mundo da economia»
- Steven D. Levitt

Top FNAC:
1º (N) - «Diário da tua ausência» - Margarida R. Pinto
2º (N) - «As loucuras de Brooklyn» - Paul Auster
3º (1º) - «à primeira vista» - N. Sparks
4º (4º) - «A inutilidade do sofrimento» - M. Jesus A. Reyes
5º (2º) - «Uma chuva de diamantes» - S. C. Mondignani
6º (5º) - «O Codex 632» - J. R. dos Santos
7º (3º) - «O Eduquês em discurso directo -
Uma crítica da pedagogia romântico e construtiva» - N. Crato
8º (6º) - «Freaknomics - O estranho mundo da economia» - S. D. Levitt
9º (N) - «Primeiro as senhoras» - M. Zambujal
10º (N) - «O código Stravinci» - Tony Clements

Abril 17, 2006

A produtividade, de novo

Miguel Marujo

As 25 melhores empresas para trabalhar em Portugal estão hoje na Dia D, revista de economia do Público. Todas elas, sem excepção, têm pontos a melhorar (com mais ou menos variáveis são estes os aspectos referidos): "remunerações", "distribuição de lucros", "reconhecimento", "promoções", "regalias", "favoritismo" ou "equilíbrio entre vida pessoal e profissional". Afinal, de que lado está o problema da produtividade? Dos empregadores, claro: eles recebem muito mais dos seus colaboradores do que efectivamente dão.

Abril 17, 2006

Em extinção

Miguel Marujo


Trabant, foto MM, em Buda, na colina do Castelo


Cá vou eu no meu Traby
De bar em bar a aviar
Sempre a abrir a noite toda
Sempre a rock & rollar

Charro aqui charro ali
Mais um vodka p'ra atestar
Corro Peste corro Buda
Sempre a rock & rollar

As noites de Budapeste
São noites de rock & roll

P'las caves da cidade
São só bandas a tocar
Pondo tudo em alvoroço
Tudo a rock & rollar

Mulheres lindas de morrer
Mini-saias a matar
Não tem fim o reboliço
Tudo a rock & rollar

As caves de Budapeste
São caves de rock & roll

Cá vou eu no meu Traby
De bar em bar a aviar
Sempre a abrir a noite toda
Sempre a rock & rollar

Charro aqui charro ali
Mais um vodka p'ra atestar
Sempre a abrir a noite toda
Sempre a rock & rollar'

As noites de Budapeste
São noites de rock & roll

(Budapeste, letra de Adolfo Luxúria Canibal, Mão Morta)