Saltar para: Posts [1], Pesquisa [2]

Cibertúlia

Dúvidas, inquietações, provocações, amores, afectos e risos.

Janeiro 21, 2005

Ainda o incómodo da pergunta incómoda

Miguel Marujo



Alex, in caricaturas.no.sapo.pt




Pacheco Pereira vai responder em quem votará ele, afinal. Depois de ter dito que votava naquele a quem acusa de incoerente, agora vem prometer uma nova resposta, por ser «a pergunta que mais [recebe] e mais [lhe] fazem». Mas, assobiando para o ar, mete o PSD e o PS no mesmo saco - «as faces da mesma moeda», como já lhes chamou. Querendo esconder o fim do PSD em que se revê (afinal, o partido agora é outro, algo entre o PP-PSL), Pacheco continua a querer fazer do PS de Sócrates um partido igual ao "seu" PSD. Não é, e ele disse-o, quando das eleições internas do PS.



A pergunta insistente que lhe fazem «é o sinal de uma crise de representação por parte de um eleitorado que votava PSD ou PS, a que se soma os que já afirmaram que iriam votar em branco», acredita
[Error: Irreparable invalid markup ('<a [...] target"m">') in entry. Owner must fix manually. Raw contents below.]

<center><img src=http://inet.sitepac.pt/PachecoPereira.jpg>
<br /><font size=-3>Alex, in <a href="http://caricaturas.no.sapo.pt/" target="m" rel="noopener">caricaturas.no.sapo.pt</a></font></center>
<br />
<br /><a href="http://abrupto.blogspot.com" target="M" rel="noopener">Pacheco Pereira</a> vai responder em quem votará ele, afinal. Depois de ter dito que votava naquele a quem acusa de <a href="http://abrupto.blogspot.com/2005_01_01_abrupto_archive.html#110543828536143045" rel="noopener">incoerente</a>, <a href="http://abrupto.blogspot.com/2005_01_01_abrupto_archive.html#110631331843311125" target="m" rel="noopener">agora vem prometer uma <i>nova</i> resposta</a>, por ser «a pergunta que mais [recebe] e mais [lhe] fazem». Mas, assobiando para o ar, mete o PSD e o PS no mesmo saco - «as faces da mesma moeda», como já lhes chamou. Querendo <i>esconder</i> o fim do PSD em que se revê (afinal, o partido agora é outro, algo entre o PP-PSL), <a href="http://abrupto.blogspot.com" target="m" rel="noopener">Pacheco</a> continua a querer fazer do PS de Sócrates um partido igual ao "seu" PSD. Não é, e ele disse-o, quando das eleições internas do PS.
<br />
<br />A pergunta insistente que lhe fazem «é o sinal de uma crise de representação por parte de um eleitorado que votava PSD ou PS, a que se soma os que já afirmaram que iriam votar em branco», acredita <a href="http://abrupto.blogspot.com" target"m"="target&quot;m&quot;" rel="noopener">Pacheco</a>. Não, não é. A <a href="http://cibertulia.blogspot.com/2005/01/pergunta-incmoda-sobre-um-caso-nico.html" rel="noopener">pergunta insistente que lhe fazem</a> é de quem não acredita que o autor do Abrupto seja o mesmo que afirmou na <a href="http://quadraturadocirculo.blogs.sapo.pt/" target="M" rel="noopener">Quadratura do Círculo</a> que ia votar em Santana.

Janeiro 21, 2005

A minha popularidade desde... 1900

Miguel Marujo

Miguel

[means: Who is like God]





[A rank of 1 means it is the most popular name for that gender. A rank of 1000 means it is the 1000'th most popular. Bar graph statistics are compiled and published by the Social Security Administration, based on samplings of applications for Social Security cards.]


em compensação, noutra pesquisa: «Sorry, Marujo has never been a top 1000 name so we are unable to display a graph for the name Marujo.»

Janeiro 21, 2005

A verdade da mentira

Miguel Marujo

Na quarta-feira à tarde, o PortugalDiário noticiou que «o CDS admite viabilizar Governo minoritário do PS». Mota Soares, secretário-geral do partido - certamente com instruções superiores -, veio desmentir «categoricamente» a notícia. Na quinta-feira à noite, em entrevista à SIC Notícias, Paulo Portas admitiu esses entendimentos.



«Credibilidade», dizem eles nos cartazes.





[blogo-nota: afinal aquilo que não podia ser confirmado, confirmou-se apenas 24 horas depois, caro Paulo.

outra-nota: raramente "trago" a este blogue notícias da minha autoria no PD, mas esta forma de fazer política do PP tem de ser aqui "estampada"]