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Cibertúlia

Dúvidas, inquietações, provocações, amores, afectos e risos.

Agosto 17, 2004

Os olhos de cá

Miguel Marujo

Para que se perceba. Podemos e devemos falar da Venezuela. Quando falo dos olhos de cá é por achar que se transforma este debate (necessariamente ideológico) sobre a Venezuela e Chávez num confronto parlamentar entre PSD/CDS (maioria governamental) e PS/BE/PCP (oposição), esquecendo o contexto daquele país (e as eleições ganhas por Chávez, noutras ocasiões).



Nota: há amigos mais certeiros e desenvoltos que eu. Leiam aqui, aqui ainda e aqui também.

Agosto 17, 2004

Alguém tem as chaves?

Miguel Marujo

Acho graça que se analise a situação da Venezuela com os olhos de cá. Não faço ideia se a Venezuela vive pior ou melhor. Os retratos são parciais, mesmo nos jornais. Mas, quem argumenta com a legitimidade dos votos para a situação portuguesa (sim, falo da tomada do poder pelo não eleito Santana), duvida da legitimidade dos votos para a continuidade de Hugo Chávez no poder. Afinal, em que ficamos? A democracia é uma coisa descartável, para se usar apenas quando os resultados interessam? Assim parece, lendo a direita portuguesa.

Agosto 17, 2004

Diogo Mainardi, o banal

Miguel Marujo

«O Brasil é ruim. Poderia ser pior. Frank Williams, dono de uma escuderia de automobilismo, disse recentemente que Ayrton Senna sonhava em se eleger presidente da República. Como se não bastasse nosso atual presidente. Reli velhas entrevistas de Senna para tentar adivinhar como seria sua eventual administração. A matéria é vaga. Inegavelmente, ele entendia de motores. E entendia de pistas. Quando não estava falando de motores ou pistas, perdia-se em banalidades imprestáveis. Essas banalidades eram pronunciadas de maneira pausada, meditada.» [Diogo Mainardi, in Veja] - este brasileiro é o homem que causa furor entre a nossa direita, a mesma direita que critica as banalidades de Michael Moore.