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Cibertúlia

Dúvidas, inquietações, provocações, amores, afectos e risos.

Maio 14, 2004

Tanto...

Miguel Marujo

... para dizer! E sem tempo para o fazer. Sem vontade. Talvez sentar-me a ouvir «um Amor infinito» dos Madredeus (sim, já sei, que agora soa bem dizer-se que "ah! e tal! os Madredeus já foram, e a voz é isto e aquilo". ná, não me convencem, ok?!).



O fim-de-semana vem aí, não há consenso possível em Fátima, nem na política, com a direita a pedir à esquerda que fale de livros de 1975, a esquerda a apitar à direita porque esta só percebe de futebol. O melhor ainda é mergulhar nos Açores ou saborear o sal com Anja Garbarek.

Maio 14, 2004

O blogue ainda é um garoto

Miguel Marujo

A Sara queixou-se que não conseguia comentar. Respondi-lhe que não, que estava tudo bem. Afinal, parece que não é verdade: os comentários (pelo menos, as experiências que fiz...) não estão a aparecer. Manias de um miúdo com roupagem nova. Prometemos tentar resolver o problema.

Maio 13, 2004

Fátima

Miguel Marujo

Vai um debate animado sobre Fátima no Barnabé. Um "post -er" infeliz do Rui Tavares motivou um aceso programa "prós e contras" na caixa de comentários daquele blogue. [E que motivou aquele meu anterior texto sobre Lúcia...]



Eu, por mim, já aqui o disse: venha o humor que tenha graça, aquele não tem. Sem graça, já nos chega o Herman (saudoso humorista dos anos 80, que me fez rir às gargalhadas com a entrevista histórica à Rainha Santa Isabel).



PS - Confesso o maior divertimento: um «ateu» convicto de nome bíblico André, que por lá se passeia. Haja fé!

Maio 13, 2004

Nota editorial

Miguel Marujo

Guantánamo.jpg

 

De uma ditadura ou dos seus algozes, espera-se (quase) tudo. Mesmo um acto bárbaro e inqualificável, como a decapitação de um homem inocente... De uma democracia e dos seus representantes, espera-se outra coisa: o respeito pela liberdade, pelos direitos humanos e pelo direito internacional. Não faço comparações entre terroristas e as forças ocidentais que estão no Iraque, mas - num plano de legítimas expectativas - os actos de tortura dos soldados americanos ou a existência de Guantánamo tornam-se mais "censuráveis" que a decapitação daquele inocente americano. A guerra deve transfigurar as democracias. Por isso, a paz é o caminho. De mãos limpas.
Há uma superioridade moral na democracia - sim, há uma coisa assim! - e essa é ser diferente muito diferente da ditadura.

Maio 13, 2004

O que é que a irmã Lúcia tem que é diferente de outros?

Miguel Marujo

O Bloco repudiou esta quinta-feira a distribuição de um folheto em Fátima, pelo Comité Libertem Lúcia, a condenar o estilo de vida da irmã Lúcia e a confundir opções individuais de uma mulher adulta com a situação de pessoas feitas reféns por fundamentalistas e terroristas e crianças que são enviadas com cintos cheios de bombas!



Para o Bloco, este folheto apela implicitamente ao voto noutros partidos. O Bloco repudiou a distribuição do folheto e considerou que a mensagem «é um claro exemplo da manipulação de consciências a que a esquerda mais profunda não hesita em recorrer».



[comentário deixado ao "post" Contra o Fundamentalismo, do Barnabé]

Maio 13, 2004

O 13 de Maio

Miguel Marujo

Nos meus tempos de Aveiro, este era o dia seguinte ao feriado. A 12, comemora-se a beata Princesa Joana - et pour cause, o município. Hoje, em retiro lisboeta, o 13 de Maio é o dia em que a religião ganha espaço nos telejornais. Este ano, por causa da paranóia da segurança. Mas também pelo resto. E o resto não me diz muito. Fátima é sempre uma expressão de uma religiosidade que me confunde. Mas que também inquieta... Lembram-se da Paixão de Mel Gibson?



Nota: há mais pistas sobre outros 13 de Maio no Guia dos Perplexos...

Maio 12, 2004

Lembram-se de Arly Cravo? (II)

Miguel Marujo

De Arly Cravo (ele mesmo) recebemos esta mensagem:



«Meus caros,



Meu nome é Arly Cravo, brasileiro, autor e intérprete de uma música que está em seu site "Machão".



Nada contra a exposição de minha música, mas na foto não sou eu. "E agora Arly Cravo!" aí aparece um senhor que não sou eu.



Por curiosidade gostaria de saber como me localizou e por que publicou a minha música com outra foto?



Meu site é www.arlycravo.com. Lá tem muitas fotos minhas para publicação.



Um abraço

Arly Cravo
»



Perante a nossa explicação - «Nós sabemos que, na foto, não é o senhor. A sua música foi utilizada para "comentar" uma situação da política portuguesa», Arly Cravo replicou:



«Agora entendi o sentido da minha música a ilustrar o político.

Fico muito honrado com isso.

Agradeço em muito o prestígio.
»



E nós agradecemos a atenção.

Senhoras e senhores, Arly Cravo!