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Björk

por Miguel Marujo, em 07.07.03
1. Este fim-de-semana foi sinónimo de Björk: fantástica, fabulosa, sublime. Do fogo-de-artifí­cio ao «obrrrrigado» exótico houve de tudo. Mas houve sobretudo música interpretada de uma maneira assombrosa, sem artificialismos.



2. Artificialismos são aqueles que povoam os manuais escolares americanos, expurgados de qualquer referência considerada ofensiva para minorias: «gordo», «coruja», entre outras palavras muito perturbadoras para os estudantes americanos, não podem ser aprendidas. O fenómeno é provocado pelos extremos - de direita e de esquerda - que pressionam as autoridades para evitar desvarios. Não admira que o Bush venda uma mentira, e todos caiam nela.



Mas há uma deliciosa: Deus foi banido (alô, constituição europeia?!) porque é uma ofensa para os não cristãos. Isto no país em que o seu Presidente invoca Deus para fazer a guerra.



Cito do Público, a lista completa:

- Actriz (palavra considerada sexista; usar actor para os dois sexos)

- Adão e Eva (usar "Eva e Adão", para mostrar que os homens não têm precedência)

- Anão (usar "pessoa de reduzida estatura")

- Deus (banida por ter ser discriminatório para os não cristãos)

- Diabo (idem)

- Dogma (considerada etnocêntrica, usar doutrina)

- Escravo (substituir por "escravizado")

- Gordo (usar obeso ou pesado)

- Homem Cro-Magnon (usar "pessoas Cro-Magnon")

- Iate (banida, considerado elitista)

- Maluco, Doido (usar "pessoa com problemas emocionais")

- Leste, Oeste (consideradas eurocêntricas quando usadas para descrever regiões planetárias, usar apenas os nomes de continentes)



· temas a evitar em textos de manuais

- Magia, sobrenatural

- Morte

- Aborto

- Doenças

- Teoria da evolução

- Religião

- Questões militares

- Desporto

- Terminologia agrícola, financeira, jurídica, científica

- Polí­tica

- Estilos musicais "controversos" (rap, rock n' roll)

- Desemprego

- Criaturas "assustadoras" ou "sujas" (ratos, morcegos, escorpiões)



·livros banidos

- "Huckleberry Finn", Mark Twain

- "Não matem a cotovia", Harper Lee

- "Admirável Mundo Novo", Aldous Huxley

- "Uma agulha no palheiro", J. D. Salinger

- "Adeus às Armas", Ernest Hemingway

- "Diário", Anne Frank

- "As vinhas da Ira", John Steinbeck

- "Voando Sobre um Ninho de Cucos", Ken Kesey

- "Fahrenheit 451" (ironicamente, um livro cujo tema é a censura), Ray Bradbury

- "Harry Potter", J.K. Rowling

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Economês

por Miguel Marujo, em 04.07.03
1. Esta foi uma semana atípica. Trabalhei no fim-de-semana, o que deu direito a umas folgas e a um afastamento temporário da Cibertúlia. Ontem, quinta-feira, tive uma reunião da empresa, aquelas sessões que os gurus das novas economias entendem ser fundamentais para criar «espírito de empresa», ou algo assim, mas que nunca se percebe muito bem o que é, tirando o facto de ser um dia (quase) sem trabalho.
O fantástico da coisa é tomar contacto com o «economês» de quem nos lidera. Assim, fiquei a saber que chegámos a terra firme, mas lá fora é a selva (para o ilustrar a empresa fez a reunião num "parque zoológico"). Incertezas por incertezas, eu, Marujo, prefiro voltar a aviar-me no mar salgado.

2. «Durão Barroso acredita que o país já está a sair da crise», titula o Jornal de Notícias de hoje. Dias depois de Vítor Constâncio, governador do Banco de Portugal, ter dito que estávamos ainda mergulhados nela - e que sinais positivos só em 2005. Lembram-se do oásis de Braga de Macedo? Era um ministro das Finanças de um Governo que tinha no seu elenco Durão Barroso... Quem disse que a história (ou os disparates) não se repete(m)?

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O Estado da Humanidade...

por Miguel Marujo, em 03.07.03
Armas de destruição ...

Confesso que, quando utilizei o termo, também tive as minhas dúvidas e, sem grande conhecimento, optei por uma delas. Depois da discussão que se gerou acho que futuramente evitarei o problema utilizando termos alternativos. Por exemplo o mais correcto (politicamente) ADGQPB, Armas de Destruição de Grandes Quantidades de Pessoas e Bens.

No entanto, diz o povo, e tem razão, que o melhor termo é AFT, Armas que F*dem Tudo (Leia-se Armas que Fasteriscodem Tudo).



Chicos-espertos.

Chegou-me por mail este texto pertinente, sobre um caso recente e sobejamente conhecido, e que partilho aqui. A quem já o conhece... passe por cima.

Por LUCIANO ALVAREZ, Sábado, 28 de Junho de 2003. [Público]

Enquanto somos, diariamente, avassaladoramente avaliados, temos o direito de exigir que nos respeitem como titulares de órgãos que dão o seu melhor para o cumprimento dos seus mandatos", pediu recentemente aos portugueses o Presidente da República.

Mas como podem os portugueses ter respeito por alguns políticos quando lhes chegam quase diariamente exemplos que os levam a ter a atitude contrária?

Como podem os portugueses respeitar os cerca de 30 deputados do PSD, CDS e PS que foram à borla ver a final da Taça UEFA e agora exigem que não lhes seja marcada falta, alegando, sem vergonha, que se deslocaram a Sevilha para assistir ao jogo do FC Porto em "trabalho político" e "em representação parlamentar"?

Não pode haver respeito pelo menos para estes deputados, para quem a sabedoria popular tem um nome certeiro: chicos-espertos.

Não foi a Assembleia da República (AR) nem nenhum grupo parlamentar que foram convidados para ir a Sevilha. Foram cidadãos que, por serem adeptos do clube das Antas ou por qualquer outra razão, o FC Porto decidiu incluir na lista de convidados. E quando alguns deputados dizem que o Parlamento "seria criticado" se não estivesse presente naquele acontecimento "tão importante para a afirmação de Portugal", só podem estar brincar.

Se os deputados futeboleiros tiverem falta justificada pela excursão a Sevilha, cada vez que o Presidente da República pedir respeito pelos políticos o povo desata a rir. A não ser que faltar ao dever para ir à bola seja, como diz Jorge Sampaio, dar "o seu melhor para o cumprimento dos mandatos".



P.S. - PORTUGAL GANHOU RECENTEMENTE 21 MEDALHAS NO CAMPEONATO DA EUROPA PARA DEFICIENTES. QUANTOS DEPUTADOS LÁ FORAM OU

MANIFESTARAM O DESEJO DE LÁ IR EM REPRESENTAÇÃO DA AR? NENHUM. QUANTOS DEPUTADOS SE INTERESSAM PELA FALTA DE APOIOS A ESTES ATLETAS? PROVAVELMENTE, MUITO POUCOS. É QUE ESTES CAMPEONATOS, AO CONTRÁRIO DE UM JOGO DE UM GRANDE CLUBE DE FUTEBOL, NÃO DÃO PARA OS CHICOS-ESPERTOS SE PAVONEAREM. E TAMBÉM NÃO HÁ CHARUTOS NEM "WHISKY" À BORLA.






Efemérides

Katherine Hepburn morreu. E felizmente a maior parte da sociedade moderna ainda vai tendo capacidade de se comover com estas perdas.



Hoje começa na Assembleia a discussão sobre o estado da nação. Ouvi na TSF um pequeno inquérito ao português de rua que, rapidamente, deu o seu lacónico veredicto: "Muito mau", "Péssimo", "Crise" e, um dos mais eloquentes, "[...] a culpa é desta nova moeda.".



Hoje o recente plano de paz israelo-árabe teve o primeiro revés. Resistirá ao teste?



E que me dizem da "piada ironica" de Berlusconi no Parlamento Europeu?



Hoje é Quinta, mas como amanhã é feriado municipal em Coimbra, 4 de Julho, sabe a Sexta. Já agora ouvi um rumor que os Americanos, por simpatia para com os Conimbricenses, também comemoram a mesma data. Portantos: vou beber um fino logo.

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Miacoutar é lindo!

por Miguel Marujo, em 02.07.03
Porque é que a questão tem de ser "maciço" ou "massivo"? Porque não trocar o exclusivo "ou" pelo inclusivo "e"?

Confesso que, intuitivamente, tenderia a utilizar a expressão "massiva" para a designação das tais armas. Não sei porquê, mas acho que é por identificar "maciço" mais com as propriedades dos metais, tipo "ouro maciço"... Mas, se calhar, essa minha tendência é mais bem explicada pelo facto de utilizar diariamente o inglês como lí­ngua franca de trabalho... Pode ser.



Ainda assim, depois de reflectir, substituindo a intuição pela intenção, continuo a achar que não tenho de escolher. As línguas não devem cristalizar e não vejo nenhuma razão para condenar a utilização de uma expressão só porque é um galicismo ou um anglicismo ou outro ismo qualquer. Sou a favor da mestiçagem e acho que as lí­nguas são uma óptima expressão desse processo. Aliás, vou mesmo mais longe e fujo como diabo da cruz da tentativa de aportuguesação (toma lá mais uma nova e vai ver se vem nos dicionários!) dos termos estrangeiros que incluo nas minhas formas de expressão mais quotidianas. Arre, se reconhecemos que a "saudade" é intraduzí­vel, porque não reconhecer também que há termos e expressões inglesas, francesas, espanholas ou outras quaisquer que também são intraduzí­veis?! A correcção da lí­ngua, do meu ponto de vista, deve ser preservada na gramática e na sintaxe, nunca no vocabulário! É por isso que a lí­ngua portuguesa não é de Camões. O bravo Luís não passaria, hoje, num teste de lí­ngua portuguesa. Na verdade, nem saberia escrever o seu nome, já que, provavelmente, ainda assinaria Camoens...



De qualquer forma, o que mais me "picou" foi a vil e injusta acusação feita à globalização, que, ultimamente, parece ser a responsável por todos os males do mundo... Não é! Não vou explicar aqui o que é a globalização - precisamente porque se trata de algo muito mais complexo do que alguns querem fazer crer! - mas não hesito em afirmar que a globalização não é responsável pelo domínio do inglês, nem pelo declí­nio das lí­nguas latinas. Aliás, devo dizer que não vejo porque é que se possa falar desse declí­nio, já que não o verifico em lado nenhum. Na sociedade norte-americana, por exemplo, nunca o espanhol foi tão importante e toda a gente sabe que vai continuar a crescer e a impor-se cada vez mais. Por outro lado, como o Zé disse e muito bem, as lí­nguas latinas falam-se em todo o Mundo e, isso sim!, tem a ver com a globalização...



Fala-se da globalização como se a globalização fosse ela própria uma entidade; como se tivesse capacidades humanas; como se fosse capaz de pensar e planear; como se fosse uma mente profundamente má nas intenções e maquiavélica nos métodos... A globalização é "apenas" um processo, um processo histórico e humano. Talvez seja mesmo o processo histórico da humanidade, a História. Reduzi-lo a uma das suas infinitas facetas é, isso sim, maquiavélico, porque nunca pode deixar de ser uma tentativa de utilizar a globalização para justificar um discurso preparado e intencional.



Quem me conhece bem, nomeadamente na minha vertente mais académica, sabe que adoro este tema e que podia ficar aqui horas a escrever sobre ele... Não o vou fazer, mas tenho de agradecer ao Zé por me ter ensinado a traduzir uma parte do processo de "globalization" para português: diz-se miacoutar! E é lindo!

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Miacoutar

por Miguel Marujo, em 02.07.03
Pois é a Língua Portuguesa já não é o que era !!!

Já não há respeito pela Língua de Camões !!!

No meu tempo não era assim !!!

Antigamente havia a Edite Estrela que corrigia o Povo com bondade e severidade !!!

Hoje é a total bandalheira !!!

Já ninguém se entende !!!

Isto é tudo uma pouca vergonha !!!



Após uma conversa de taxista, a nossa alma fica purgada de qualquer cegueira conservadora e purista.

Efectivamente parece-me que é consensual que a palavra massiva não existe em Português de Portugal, para tirar dúvidas podem consultar o Ciberdúvidas como o Miguel sugere.

No entanto e felizmente a língua não é estanque, evolui e apropria-se de termos e linguajares longínquos que incorpora e renova, é a isso que hoje em dia chamo de miacoutar.

Perdemos este brincar com as palavras ??? Negamos o novo ??? Como aceitar sem perder o essencial ???

Não há bela sem senão e efectivamente vivemos numa época dominada pelo inglês e é dele que partem as grandes influências.

A Globalização tem destas coisas !! Mas não teve sempre, as línguas Latinas falam-se em todo o Mundo !!!



Eu por uma questão estética e por uma questão de resistência uso maciço. Até me miacoutar.

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Erros massivos ou disparates maciços?

por Miguel Marujo, em 02.07.03
É uma boa pergunta, Zé. Sabemos que os erros dos americanos foram massivos. E as armas continuam por encontrar. Assim como o Português não dá para esclarecer.

Consultei, há tempos, o Ciberdúvidas (um bom site sobre dúvidas de Língua Portuguesa) e seguindo os seus conselhos optei pelo «massivo», galicismo como sabemos, pouco dado às massas italianas. Hoje, quando lá voltei, para poder "sacar" as doutas opiniões, dei de caras com uma outra...

Assim, deixo à vossa escolha:



1. «Querendo maciça significar «compacta, que não é oca; que representa grande densidade, espessa» e massiva «significativa; relativo a um grande número de pessoas», inclino-me mais para o uso do adjectivo massiva para qualificar destruição. Sendo assim, a frase ficaria: «A destruição provocada por armas nucleares é massiva/significativa».

Estou ciente de que nem toda a gente vai concordar com esta explicação, pois está enraizada a noção de que maciça e massiva são sinónimos, como aliás vem referenciado no Dicionário de Sinónimos da Porto Editora.»



Maria Celeste Ramilo




2. «O adjectivo "massivo" ocorre tanto na versão escrita 2003 como na versão "online" do Dicionário da Língua Portuguesa da Porto Editora, com o significado de «relativo a um grande número de pessoas, referente a massa; sólido, volumoso; significativo». Na 8.ª edição revista e actualizada 2000 do dicionário da Porto Editora a palavra ainda não aparecia.

Outros dicionários de referência não a mencionam, a não ser o Dicionário da Língua Portuguesa Contemporânea, definindo-o apenas como termo linguístico: «Diz-se do substantivo que representa um conjunto que não é passível de ser dividido».

Sendo um termo condenado pelos puristas, a maior parte dos dicionários já o regista.»



Maria Celeste Ramilo




3. «Não parece que haja necessidade de usarmos o adjectivo massivo, talvez por cópia do inglês massive e/ou do francês massif, porque o nosso adjectivo maciço, além de o compreendermos melhor por ser da nossa língua, traduz perfeitamente os sentidos originais dos termos estrangeiros massive e massif.

O nosso maciço também tem que «ver com "massa", com ser compacto e denso.», pois que, entre as várias significações, tem as seguintes: que é compacto; pesado (sinónimo de denso) – acepções estas a que se refere o prezado consulente para justificar a adopção do estrangeirismo massivo, de que não precisamos. É palavra que nem sequer vem nos dicionários.

Não precisamos para nada da palavra massivo em «afluência massiva de pessoas = afluência em massa», porque o nosso vocábulo maciço também se emprega nesta acepção. É o que nos ensina o muito bom e conhecido Dicionário Aurélio na entrada maciço:

«Em grande quantidade, comparando-se ao que é comum: presença maciça de espectadores.»

Em conclusão: o prezado consulente não apresentou nenhum caso em que o significado de massivo não esteja também em maciço.

Possivelmente, deixou-se levar, o que é natural, pela grafia massivo, em que há os dois ss de massa. Mas uma coisa é a grafia, e outra é a significação. No caso em questão é esta que interessa.

Caso semelhante se passa com o espanhol macizo, ligado também à ideia de massa. Diz assim o bom e conhecido «Diccionario de Uso del Español» de Marta Moliner na entrada macizo, a: «Formado por una massa sólida sin huecos en su interior.»

No nosso português, não é estranho o uso de maciço para significar grupo de pessoas ou coisas muito juntas, como vimos na transcrição atrás.



J.N.H.




4. «Massiva está sempre errado. Este adjectivo é um galicismo condenável, dado que temos há muito, com o mesmo significado, o vernáculo maciço. Portanto: «armas de destruição maciça».



F.V.P. da Fonseca




Baralhar e dar de novo. Como se lê a língua portuguesa tem muito que se lhe diga. Eu, por mim, estou baralhado. Edite Estrela, volta, e ilumina as nossas vidas!

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