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Cibertúlia

Dúvidas, inquietações, provocações, amores, afectos e risos.

6 comentários

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    Miguel Marujo

    26.01.11

    Carlos, sabes bem que critico e muito os cortes que foram feitos aos funcionários públicos, que se sentiram aliás - e bem - lá em casa, e que acho que os funcionários públicos são o bode expiatório fácil de uma certa classe dirigente - política, empresarial, corporativa - deste país. Mas o que contesto é o argumentário dos magistrados, que sendo os mais privilegiados dos funcionários públicos (e que se arvoram, quando lhes dá jeito, de serem orgão de soberania, apesar de terem sindicato), não pedem o fim dos cortes cegos, mas sim o alargamento da iniquidade, que eles contestam. No princípio da igualdade, pedi para mim, mero "privado", alguns dos seus privilégios. O post é todo ele irónico, claro. Mas a avaliar pelas reacções - não a tua, registo e destrinço -, de facto incomoda e muito gozar a magistratura neste país.
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    Anónimo

    26.01.11

    Apesar de tudo o que ficou dito, continua a insistir na falsidade.
    Em vez de se ir à fonte (dá muito trabalho ler o parecer, acompanhar aquilo que se diz), é muito mais fácil acreditar numa notícia truncada e com um título falso.
    Enfim... é só mais um sinal dos tempos (e de como funciona uma redacção - como têm alertado alguns, embora sempre votados ao insucesso por ninguém, em Portugal, poder criticar quem mais critica...).
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    Miguel Marujo

    26.01.11

    A notícia não e' truncada e esta' bem feita. Os senhores juízes não gostam que lhes seja descoberta a carapaça e andam pelos blogues a escrever anonimamente. Ah, a coragem e frontalidade!
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    Anónimo

    27.01.11

    Mas afinal quem anda a confundir? Não fala a notícia de juízes, pelo que não percebo qual é essa pressa em lá os colocar.
    Ou a sua sapiência não lhe permite a distinção?
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    Miguel Marujo

    27.01.11

    Diz a notícia a abrir: «Catedrático de Direito fez parecer para magistrados em que diz que medidas do OE são ilegais porque não incluem sector privado. Ou todos contribuem para o défice ou o esforço exigido apenas aos funcionários da administração pública é inconstitucional por violação dos princípios da igualdade e da justiça. Esta é, em síntese, a posição de Paulo Otero, professor catedrático na Faculdade de Direito de Lisboa, que elaborou um parecer para o Sindicato dos Magistrados do Ministério Público (SMMP).»

    Ora, magistrado é o quê? Um trolha?! Aprenda a ler e depois venha mandar postas de pescada.
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