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Se Portugal fosse um país sério,

por Miguel Marujo, em 19.05.09

... não tinha opinadores, que ganham rios de dinheiro para o fazer uma vez por semana num jornal que se prepara para cortar dez por cento dos ordenados de quem lá trabalha a sério (e não, certamente, aos seus opinadores), dizia, se isto fosse uma país sério, riria dos dislates de Pacheco Pereira sobre a Igreja que diz que "o seu Reino não é cá da Terra, e a caridade com o bom e o mau ladrão faz parte da sua missão" (pasmai, tamanha ignorância sobre a Igreja), num texto torpe para justificar os seus supostos comentários politicamente incorrectos (quando alinham com a ortodoxia dominante) mas que, no fundo, se travestem de tiradas racistas. Como sou sério, num país que quero sério, gosto de chamar alguns bois pelos nomes, mesmo que o senhor debite faladura num jornal, numa revista, na rádio, num programa de tv, num blogue e se queixe todos os dias que há censura e falta de liberdade de expressão. Haja pachorra.

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18 comentários

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De Manuel F. a 19.05.2009 às 09:51

O Pacheco Pereira demonstra um desconhecimento acompanhado de uma ideologia fascista senão vejamos?
Diz que o que se passou na Bela vista é apenas um caso policial. Será que este senhor é um democrata?
Quando diz que a restante populacão saem ás 6 da manhã para limpar escritórios e «coitados porque não tem trabalho nas obras!...»Ora sendo Portugueses criados a ouvir teoricamente por falsos politicos que todos tem oputurnidades iguais?depois vendem-se a empresários sem escrupulos que querem modelos baseados nos baixos salários.Conheço inumeros Portugueses que se recusam a trabalhar nas obras.Já agora o Pacheco Pereira que diga quantos familiares tem que trabalhem nas obras.Concordo que quem practica roubos deve pagar por isso.
Mas não é isso que estamos a falar.Estamos a falar de Portugueses que nunca foram representados politicamente.O Pacheco pereira já se disse de esquerda.Durao barroso idem.Assim que lhes acenaram com melhores cargos esqueceram logo aqueles que tinham a obrigação de representar.
E infelizmente há muitos mais,que agora com comentarios tentam transmitir para a opinião publica que é natural.
É claro que é apenas uma grande falta de etica é um apelo á imoralidade,então a palavra já não conta?
Por muito menos,tivemos antepassados que preferiram o suisidio,a quebrar a palavra.
A propria constituição é violada constantemente.o art 13,entre outros diz claramente que todos os cidadãos tem o direito de escolher o trabalho e sentirem-se bem durante.É proibida a discriminação após o arduo trabalho,muitas vezes á frente das autoridades estes trabalhadores são barrados á porta de discotecas e outros.Olham de cima a baixo discriminando abertamente e se não vestir fatos Armani »não entra.
Trabalhar nas obras ainda vá,agora querer conviver com pseudo vips » nem pensar para pessoas como o Pacheco Pereira a igualdade democratica tem limites.
Podemos acabar com a republica e reinstaurar a monarquia.Assim só entravam os condes,barões.duques etc. na democracia destes senhores só devem entrar os doutores,eng.arquitetos etc. Acompanhem algumas pessoas aos bairros e vejam a discriminação,mas vão disfarcados claro.
Um documentário Francês contrataram actores para pedir emprego e faziam-se passar por Pessoas de bairros pobres os actores ficaram chocados e afirmaram que aquelas pessoas são verdadeiros herois pois superam muito e sofrem calados.
Conheço pessoalmente um logista do Almada forum que afirmou alto para quem quis ouvir. Na minha loja prefiro por Uma ucraniana de olhos azuis a por um «Pr...»Estas afirmações infelizmente são comuns porêm apesar de desrespeitarem a constituição onde estão as autoridades? Onde está a tão apregoada igualdade democratica ? A Resposta destes Pachecos Pereiras,infelizmente é se quiserem tem as limpezas dos escr.e os sub empreiteiros.Isto é um claro escorrocamento,anti-democratico,e imoral.
Castigue-se quem se portou mal ,como todos os Portugueses.
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O Pacheco Pereira demonstra um desconhecimento acompanhado de uma ideologia fascista senão vejamos? <BR>Diz que o que se passou na Bela vista é apenas um caso policial. Será que este senhor é um democrata? <BR>Quando diz que a restante populacão saem ás 6 da manhã para limpar escritórios e «coitados porque não tem trabalho nas obras!...»Ora sendo Portugueses criados a ouvir teoricamente por falsos politicos que todos tem oputurnidades iguais?depois vendem-se a empresários sem escrupulos que querem modelos baseados nos baixos salários.Conheço inumeros Portugueses que se recusam a trabalhar nas obras.Já agora o Pacheco Pereira que diga quantos familiares tem que trabalhem nas obras.Concordo que quem practica roubos deve pagar por isso. <BR>Mas não é isso que estamos a falar.Estamos a falar de Portugueses que nunca foram representados politicamente.O Pacheco pereira já se disse de esquerda.Durao barroso idem.Assim que lhes acenaram com melhores cargos esqueceram logo aqueles que tinham a obrigação de representar. <BR>E infelizmente há muitos mais,que agora com comentarios tentam transmitir para a opinião publica que é natural. <BR>É claro que é apenas uma grande falta de etica é um apelo á imoralidade,então a palavra já não conta? <BR>Por muito menos,tivemos antepassados que preferiram o suisidio,a quebrar a palavra. <BR>A propria constituição é violada constantemente.o art 13,entre outros diz claramente que todos os cidadãos tem o direito de escolher o trabalho e sentirem-se bem durante.É proibida a discriminação após o arduo trabalho,muitas vezes á frente das autoridades estes trabalhadores são barrados á porta de discotecas e outros.Olham de cima a baixo discriminando abertamente e se não vestir fatos Armani »não entra. <BR>Trabalhar nas obras ainda vá,agora querer conviver com pseudo vips » nem pensar para pessoas como o Pacheco Pereira a igualdade democratica tem limites. <BR>Podemos acabar com a republica e reinstaurar a monarquia.Assim só entravam os condes,barões.duques etc. na democracia destes senhores só devem entrar os doutores,eng.arquitetos etc. Acompanhem algumas pessoas aos bairros e vejam a discriminação,mas vão disfarcados claro. <BR>Um documentário Francês contrataram actores para pedir emprego e faziam-se passar por Pessoas de bairros pobres os actores ficaram chocados e afirmaram que aquelas pessoas são verdadeiros herois pois superam muito e sofrem calados. <BR>Conheço pessoalmente um logista do Almada forum que afirmou alto para quem quis ouvir. Na minha loja prefiro por Uma ucraniana de olhos azuis a por um «Pr...»Estas afirmações infelizmente são comuns porêm apesar de desrespeitarem a constituição onde estão as autoridades? Onde está a tão apregoada igualdade democratica ? A Resposta destes Pachecos Pereiras,infelizmente é se quiserem tem as limpezas dos escr.e os sub empreiteiros.Isto é um claro escorrocamento,anti-democratico,e imoral. <BR>Castigue-se quem se portou mal ,como todos os Portugueses. <BR class=incorrect name="incorrect" <a>Agora,haverá</A> trabalho a fazer com os restantes? É claro que há.Só não concorda quem não tem noção da democracia,nem tão pouco dos ideais republicanos muito bem descritos pela sigla Francesa; <BR>Liberte,Fraternite,igualite. <BR>Será uma pena se os Pachecos Pereiras deste pais não conseguirem discirnir o que é a DEMOCRACIA. <BR>Agora,há trabalho a fazer com <BR>
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De Nuno Gaspar a 19.05.2009 às 13:52

Concordo inteiramente com o que Pacheco Pereira diz neste texto.
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De ze maria a 19.05.2009 às 15:01

vale a pena ler a resposta de pedro magalhães
http://outrasmargens.blogspot.com/2009/05/num-pais-serio.html
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De Nuno Gaspar a 19.05.2009 às 15:48

Li. Fiquei a gostar ainda mais do texto de JPP.
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De Miguel Marujo a 19.05.2009 às 15:51

bem me parecia que tudo nos afastava Nuno: a tua Igreja não é da Terra... o meu Reino começa cá, com a mão metida na massa, sem ser racista e a compreender que a violência é gerada pela pobreza e pela miséria... Mas pronto: fico-me aqui. Não pretendo evangelizar ninguém.
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De Nuno Gaspar a 19.05.2009 às 16:15

"o meu Reino começa cá, com a mão metida na massa, sem ser racista e a compreender que a violência é gerada pela pobreza e pela miséria..."

Nisso estamos de acordo.
Agora que a pobreza (ou noutros casos a riqueza) seja desculpa para deixar de cumprir a lei, não.
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De Miguel Marujo a 19.05.2009 às 16:19

A pobreza de 99,9 por cento da população do bairro da Bela Vista serve para justificar uma ocupação militarizada em força naquele bairro, como a que vi?! Não. Mas que os 30 por cento de desempregados e o abandono escolar excessivo e um bairro arquitectonicamente inconcebível possam levar à violência, ninguém duvida. Só senhores de cu tremido no sofá como PP (Pacheco Pereira, ou Paulo Portas, estranhamente próximos) podem dizer que isto é assim. Mas como o meu Reino é de cá, eu como cristão digo que as questões sociais geram a violência enorme de todos os dias, ali. E noutros sítios. É isto que nos separa e que Pedro Magallhães tão bem demonstra.
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De Nuno Gaspar a 19.05.2009 às 16:40

"Mas que os 30 por cento de desempregados e o abandono escolar excessivo e um bairro arquitectonicamente inconcebível possam levar à violência, ninguém duvida"

Não. Acho que disso ninguém duvida (tirando a arquitectura). Mas também não é difícil perceber que os primeiros prejudicados pela acção desordeira de alguns são precisamente os que menos têm.
No sofá cabemos todos. Arranjem lá empregos para estas pessoas, criem empresas, criem riqueza que permita ao Estado ter mais dinheiro para lhes dar. O Pedro Magalhães, pelo que diz, já arranjou. Mas foi para ele próprio.i
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De Anónimo a 19.05.2009 às 16:35

O problema é que a igreja, de que tanto gosta, se entretém a passear bonecos pelo rio e a louvar estátuas em vez de meter a mão na massa ou apontar alternativas.
Ah, e a pedir dinehirinho ao Estado.
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De Miguel Marujo a 19.05.2009 às 16:38

pois é anónimo, daqui não leva para esse peditório! sou crítico o suficiente dessas manifestações, mesmo que não as rejeite em absoluto, por também a Igreja ter direito à manifestação pública da sua fé (era o que faltava que não), mas também não colhe o choraadinho que tenta vender a seguir: a Igreja é das poucas instituições que mais tem feito de trabalho social neste país, e se assim não fosse era muito pior a situação de muita gente... também com subsídios, claro está.
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De Anónimo a 19.05.2009 às 17:25

M. Marujo quando fica com raiva de alguma coisa ou de alguém às vezes perde o discernimento que lhe é característico...

Pouco sério é fazer uma ligação entre os pobrezinhos da bela vista e o ordenado que o Público paga a PP. O publico é um jornal privado, faz muito bem o que quiser com o seu dinheiro. por muito que a um homem de esquerda custe perceber "isso" da iniciativa privada, é a vida, meu caro.


Outro exemplo: "Como sou sério, num país que quero sério, gosto de chamar alguns bois pelos nomes, mesmo que o senhor debite faladura num jornal, numa revista, na rádio, num programa de tv, num blogue e se queixe todos os dias que há censura e falta de liberdade de expressão. Haja pachorra."

Esta frase faz algum sentido???? Que tem a ver isso com a bela vista? E quais nomes? quais bois? não vi nada. Qual censura? exemplos...?

Outro exemplo: onde é que PP foi racista no seu texto? concretize.

ó Miguel, isto é um discussão sem fim porque o Miguel é de esquerda e por isso acha que o indíviduo tem de ser sempre socorrido do próprio buraco onde se atolou (seja pela Igreja, seja pelo Estado, seja pela imprensa do Majong), ao contrário dos outros, que acreditam na livre iniciativa do indivíduo (mesmo na pobreza) e que não admitem que andem a trabalhar e paguem impostos para o estado subsidiar quem não quer trabalhar.

pode haver 500 estudos a dizer que a pobreza propicia o crime, que continua a haver gente que não se conforma com isso, que acha apenas que a pobreza leva à descrença no futuro, mas também à preguiça.
O que o miguel tem de fazer é lutar para que a sociedade tenha condições para que um pobre deixa de o ser por sua livre iniciativa. Defender que um pobre deixe de o ser por caridade do Estado ou da Igreja é que não pode ser.

MA
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De Miguel Marujo a 19.05.2009 às 17:28

demagogia à maneira é como queijo numa ratoeira, MA.
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De Anónimo a 19.05.2009 às 17:32

tu consegues melhor do que isso Miguel...

prefiro um Estado que me dê uma cana do que um Estado que me dê o peixe já prontinho (isto não fui eu inventei. vem nos livros).

Abraço, "camarada"

MA
Acatar
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De Anónimo a 19.05.2009 às 17:45

"Acham que o assistencialismo é nocivo, que cria dependência e reduz a auto-estima."

Reduz a auto-estima????? o texto começa com uma pérola destas e promete...

"O ser humano tropeça muitas vezes na vida. Já vi o desespero de mulheres abusadas, já vi pessoas humildes entrar em pânico porque os filhos contraíram câncer. Essas pessoas não precisam aprender a pescar. Elas precisam de assistência, carinho e compaixão."

ó miguel, tu continuas pouco sério intelectualmente. dás-me um texto destes para ler???

mas alguém esta a falar de crianças com cancro, de mulheres violadas? é claro que aí o papel do estado é diferente. eu exijo que seja diferente!

e depois o texto continua, mas a falar e ONS. Mas alguém estava a falar de ONSs??? estávamos a falar do Estado...

Uma das "canas de pesca" qeu este governo fez foi a companha das Novas Oportunidas. Aprovo. Mas quando sei o facilitismo que aquilo é, acho uma farsa. Pior que assistencialisma, é assistencialimo de fachada, eleitoralista, patético, que trata as pessoas como números das estatísticas de educação da OCDE...


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De Anónimo a 19.05.2009 às 17:46

perdão, o que quis dizer no final do texto era ONGs

MA
Acatar
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De Vítor a 20.05.2009 às 11:34

Isso é tudo muito bonito, mas se algum de vocês fosse pobre como eu, pior… vivesse num bairro pobre como eu, rodeado de imigrantes que se sustentam na rua com o rendimento mínimo e de inserção social (este último dá origem a algumas piadas aqui na rua), e ainda fossem brancos e portugueses e trabalhassem para ganhar 600 euros (valor facilmente superado pelos rendimentos citados, porque são sempre acumulados), etc., etc., saberiam que as palavras desta crónica de um burguês como o Pacheco Pereira, ainda assim, são um espelho dos sentimentos que as pessoas como eu sentem. A experiência, do perto, muda tudo.
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De zm a 20.05.2009 às 11:39

apenas uma nota para lembrar que muitos daqueles a quem se chama imigrantes e vivem na Bela Vista e noutros bairros não se de facto imigrantes, mas portugueses nascidos em Portugal e com todos os direitos de cidadãos portugueses.
o facto de serem descendentes de cidadãos de outros países não faz deles menos portugueses .

e mesmo que não fossem portugueses os seus crimes não sao nem mais nem menos graves por isso.
e quanto ao resto, de facto não é com demagogia que se enfrentam estas situações.

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