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Cibertúlia

Dúvidas, inquietações, provocações, amores, afectos e risos.

Março 06, 2009

Uniões de facto não são casamentos

Miguel Marujo

La Palisse não escreveria melhor título, passe a presunção. Note-se: sou a favor do casamento gay. Mas por isso mesmo não entendo que se dêem os mesmos direitos (apenas estes, nunca os deveres) às uniões de facto como se estas fossem casamentos. Quer dizer: volta e meia tenho amigos que dizem que não estão para se casarem, que ninguém tem nada a ver com isso. Mas depois trepam às paredes quando lhes dizem que, se assim é, não podem ter os mesmos direitos. Querem direitos? Casem-se* porra!

 

* heteros, homos, como quiserem, mas casem-se.

2 comentários

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    Cátia

    07.03.09

    Para terminar. Concordo com o texto do Miguel Marujo.

    Se querem os mesmos direitos têm de arcar com os mesmos deveres. Até porque, não é possível passar os direitos do casamento para a união de facto sem passar também os deveres. É que os direitos de um cônjuge correspondem fundamentalmente aos deveres do outro cônjuge. E não poderia ser de outro modo.
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