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Cibertúlia

Dúvidas, inquietações, provocações, amores, afectos e risos.

Julho 23, 2008

Às armas

Miguel Marujo

Ontem um ex-combatente entrou numa clínica e disparou contra uma funcionária. Era cigano? Preto? Não. Com este haverá comiseração. Por isso, nesta história, vale a pena lembrar o óbvio - sobre as armas - como fez a Comissão Justiça e Paz:

 

«O tiroteio na Quinta da Fonte, em Loures, entrou-nos casa dentro, na tarde da sexta feira 11 de Julho de 2008, por obra da televisão, para despertar, brutalmente, a sociedade portuguesa para a realidade da proliferação das armas e para o triste cortejo de fenómenos na sua origem ou a ela associados que, de uma vez por todas, urge encarar de frente, com coragem, para que sejam erradicados. Em primeiro lugar, a proliferação das armas, legais ou ilegais. As primeiras são um milhão e quatrocentas mil, pelas últimas contagens, oitenta por cento das quais de caça, as segundas não se sabe quantas, por definição, mas não serão menos de cinquenta a sessenta mil, número absolutamente preocupante.»

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