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Acabar com o estado a que chegámos

por Miguel Marujo, em 25.04.14

 

"Meus senhores, como todos sabem, há diversas modalidades de Estado. Os estados sociais, os corporativos e o estado a que chegámos. Ora, nesta noite solene, vamos acabar com o estado a que chegámos! De maneira que, quem quiser vir comigo, vamos para Lisboa e acabamos com isto. Quem for voluntário, sai e forma. Quem não quiser sair, fica aqui!"

Salgueiro Maia, em Santarém, há 40 anos

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Chegar à urgência pediátrica do Hospital de Santa Maria, perto das 22h00, e descobrir que não há urgência pediátrica de otorrino, desde as 20h00, e que terei de ir para outra urgência - que não me sabem dizer logo qual é (nem há qualquer informação afixada que dê conta disso) - com uma criança que tem uma urgência. E depois ser informado que a urgência de otorrino é no São José, mas como é uma criança terei de passar pela Estefânia (multiplicando o tempo de uma urgência). É a prova de que este ministro da Saúde é um merceeiro que põe em perigo as crianças - com a sua (e do Governo do primeiro-ministro) política cega de destruição do Serviço Nacional de Saúde.

[E felizmente só não se prolongou este calvário porque o corpo estranho saiu, sem outra consequência que não o susto.]

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da eficácia

por Miguel Marujo, em 21.04.14

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Já dois não eleitos discursaram no Parlamento

por Miguel Marujo, em 18.04.14

[Ao contrário do que diz um ministro e dois deputados, é possível a um não eleito falar do púlpito da sala de plenários da Assembleia da República, como prevê o regimento do próprio Parlamento e como já aconteceu. E como já pude noticiar no DN.]

 

«"Tem a palavra o senhor professor doutor Rui Alarcão, cancelário reitor da Universidade de Coimbra." Foi com estas palavras que o presidente da Assembleia da República, o social-democrata Vítor Crespo, a 14 de novembro de 1990 - governava então o PSD - chamou ao púlpito da sala de plenários do Parlamento o reitor de Coimbra, para se dirigir aos deputados, na reunião plenária de 13 de novembro de 1990.

O motivo eram os 700 anos da universidade e a câmara reunia-se para essa "sessão solene comemorativa", como se lê no Diário da Assembleia da República. Rui Alarcão iniciaria a sua intervenção sublinhando  o "ineditismo" do convite - apesar de já existir um caso de intervenção de um não eleito ou não governante no Parlamento.

"Entendeu a Assembleia da República, no ano [1990] em que a Universidade em Portugal comemora sete séculos de existência, solenizar o acontecimento com uma sessão comemorativa. Nesta sessão, que [...] nos congrega, é-me dada a palavra como reitor da Universidade de Coimbra, a mais antiga do País e que legitimamente assume ou encabeça esse mesmo VII Centenário. Aceitei esse convite, cujo ineditismo singularmente reforça a honra que envolve, com uma funda emoção e gratidão."

O então reitor de Coimbra falava assim numa reunião deste órgão de soberania, como têm pedido os militares de Abril - em relação à sessão solene do 25 de Abril. Esta possibilidade cabe nas competências de quem é presidente da Assembleia da República, como define o regimento. No artigo 16.º, na "competência quanto aos trabalhos da Assembleia", diz-se que, neste caso, Assunção Esteves pode "convidar, a título excecional, individualidades nacionais e estrangeiras a tomar lugar na sala das reuniões plenárias e a usar da palavra".

Antes, na sessão solene do 5 de Outubro, em 1983, Tito de Morais, o presidente da Assembleia à época, também tinha dado a palavra a um cidadão não eleito. Com uma diferença, sublinhada ao DN por fontes das várias bancadas parlamentares: a intervenção de Afonso Costa (filho do ministro da Justiça, da I República) tinha sido no átrio do Palácio de São Bento. Sete anos depois, Rui Alarcão subia ao púlpito da sala de plenários. Um ato que permanece único, quase 24 anos depois.

Miguel Marujo, DN (edição papel), quinta-feira, 17 de abril.

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a semana santa

por Miguel Marujo, em 16.04.14

Parábola de Lázaro, Fyodor Bronnikov

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Ora aqui está algo para discutir...

por Miguel Marujo, em 11.04.14



... e no primeiro caso concordar em absoluto. Se não fosse mesmo por mais nada, António Guterres criou e pôs em prática essa medida verdadeiramente revolucionária do rendimento mínimo garantido, hoje com outro nome e tão maltratado nos objetivos, funções e meios.

Já no que toca ao pior primeiro-ministro escolho outro: Santana Lopes, por ter importado o berlusconismo na sua versão mais azeiteira. Durão foi o que permitiu a chegada de Santana ao poder e colocou Portugal na fotografia dos Açores. E, nota de rodapé, descobrimos agora que foi também conivente com as omissões do BPN. Diz que perguntou mas calou as respostas, e ainda hoje as cala.

[capa do jornal i, de hoje]

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[da verdade]

por Miguel Marujo, em 07.04.14

«Si los periodistas no pueden vivir exclusivamente del salario de su actividad full-time, en ese pais no hay verdadera libertad de prensa.» [Miguel Ángel Bastenier, via Raquel Ribeiro]

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Portugal sentado

por Miguel Marujo, em 07.04.14

Há um país que se reúne todos os dias - de eventos em eventos, de encontros em encontros, de almoços em almoços -, de preferência fechado em salas de hotéis de luxo de Lisboa e que depois manda uns bitaites sobre os excessos dos portugueses, sem que alguma vez veja esses portugueses, a não ser da janela do seu carro com motorista ou os que lhe serve canapés e cafés.

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O tiki-taka

por Miguel Marujo, em 07.04.14


[e o vídeo, de que se fala no texto]

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Os criminosos (remake)

por Miguel Marujo, em 02.04.14

«Sim, podemos continuar a bater em Vitor Constâncio. Mas, muito importante nesta história, não podemos esquecer que os principais responsáveis são os senhores que passaram impunes no BPN desde há muitos anos. Esses sim, cometeram crimes. O polícia só não foi a tempo do assalto.» [ligeiramente revisto de um post escrito por mim em 2008]

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1 de abril

por Miguel Marujo, em 01.04.14

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