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desafiar o tempo

por Miguel Marujo, em 30.05.13

[esta quarta-feira/foto La Repubblica]

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Não são os minutos finais que nos fazem cair

por Miguel Marujo, em 27.05.13

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O diabo em nós

por Miguel Marujo, em 24.05.13

[artigo originalmente publicado no PortugalDiário a 3 de Junho de 2001, a propósito de uma tolice recriada em torno de um gesto de oração do Papa.]

 

 











«Nessa cadeira onde você está, já esteve um homem que me ia partindo isto tudo.» Um exemplo de pessoas que se dizem com o diabo no corpo, contado ao PortugalDiário por Joaquim Carreira das Neves.
«Tire-me o demónio», pedem muitas pessoas que se dirigem a este padre. Ele recusa: «Não faço exorcismos.» Mas estuda o fenómeno e acompanha pessoas que se dizem possuídas. Como também acontecia com a pequena Regan no filme de William Friedkin, «O Exorcista», que é tomada pelo diabo.
O filme chegou devagarinho desta vez, sem o escândalo da estreia: a nova versão mais longa e em cópia restaurada estreou recentemente nas salas de cinema e em DVD. O que se vê e ouve no filme «é humano, é natural, não tem que ver com o diabo», explicou Carreira das Neves, professor da Universidade Católica e exegeta bíblico (um investigador que interpreta a Bíblia).
A miúda de 12 anos fala com voz masculina, automutila-se com um crucifixo e tem uma força descomunal capaz de arrastar homens e mobílias. Um comportamento humano e natural. Mas quem é que está no corpo de Regan? O diabo, responderão. Ou o mal. Que é a mesma coisa, acrescenta Carreira das Neves. É nesse sentido que apontam as referências bíblicas aos demónios, a Satanás e ao diabo. «São entidades sem personalidade ontológica, mas funcional. Temos que concluir que são símbolos», clarifica. O diabo não existe como pessoa, «é mesmo uma figuração».

Ser exorcista hoje
Faz então sentido exorcizar? É como que «um placebo», algo que alivia a dor com fins sugestivos ou morais, refere o padre franciscano. A Igreja tem um novo rito do exorcismo, apresentado em 1999, quando não era alterado desde 1614. Baseado num conjunto de orações, esta intervenção exorcista só acontece depois de a ciência, toda a ciência, não apresentar uma solução para disfunções psicológicas. «Aquilo é tudo histerismo», sublinha. A figura do padre é então fundamental porque a pessoa acredita que está possuída. Mas o rito deve ser sempre devidamente acompanhado por médicos.
Carreira das Neves critica a posição da Igreja: «Devia tomar uma posição mais radical [sobre os exorcismos]. Muita gente está a sofrer por causa desta crença.» O que é preciso, antes, é estar disponível para ouvir as pessoas. «Elas precisam de deitar para fora.» Falar, falar, falar.
Para não culpar Deus, culpa-se o diabo e os demónios. E não é coisa da “idade das trevas”: nesta época moderna e pós-moderna, as pessoas vão cada vez mais à bruxa e ao cartomante. «É um problema cultural», comenta o professor universitário. Afinal, em épocas de crise, de depressão económica, política e religiosa, «tudo serve para explicar o mistério da doença, do mal, a Morte». De tal forma que é frequente as pessoas perguntarem: «Que mal fiz eu a Deus?»
A história do diabo – acreditar no diabo e na incorporação do diabo – começa em épocas de crise: os judeus no exílio, desesperados pela libertação que não chegava (afinal, Israel esteve sob o jugo político de estrangeiros do século VI a.C. até... 1948, ano da independência), vêem-se nas mãos de Lúcifer. É nesta altura que nasce a literatura apocalíptica.
«O Exorcista», o filme, permite também um olhar sobre uma América em crise: 1973 seguia-se à crise petrolífera do ano anterior que lançou o mundo numa nova depressão económica; os soldados americanos continuavam a morrer no Vietname; Nixon era apanhado no escândalo de “Watergate”.
Hoje, as pessoas voltam de novo para o demónio. «Facilmente o arquétipo do demónio entra numa pessoa em disfunção», diz Carreira das Neves. «As pessoas já não acreditam como acreditavam na ciência.» E a pequena Regan já não assusta tanto: é humano aquilo que lhe acontece.

Diabos, demónios e Satanás
São nomes que habitualmente usamos como sinónimos, mas que apresentam ligeiras diferenças. Demónio vem do grego daimónion, «génio mau», o maligno, enquanto que diabo vem do grego diábolos, ou seja, «caluniador», aquele que divide e nos afasta de Deus. Do hebraico satán, Satanás significa «inimigo, adversário» de Deus, aquele que evita a felicidade dos homens.

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"Socégo enfim"

por Miguel Marujo, em 22.05.13



A Granta Portugal está aí - bonita, discreta, com conta, peso e medida, de texto, grafismo, fotografia e ilustração. E sem alarde na escrita mantendo a ortografia anterior ao Acordo Ortográfico (AO). Neste número 1, a Granta traz-nos inéditos de Fernando Pessoa, na grafia da época. E é nestes textos que tropeço no mais discreto argumentário em defesa do novo AO.

Parêntesis: não faço desta defesa, bandeira acesa; só não me choca o novo AO, chocando-me sim a defesa desbragada, quase violenta - por oposição a... - que muitos insistem em fazer da grafia anterior. E também já por aqui falei no pouco dessassosego (curiosa palavra) que me traz esta nova grafia.

Escreve Fernando Pessoa no soneto inédito «[Sócégo enfim]» aquilo que, hoje, Vasco Graça Moura escreverá sem sobressalto, usando a 1.ª pessoa do singular do presente do indicativo de sossegar, como "Sossego enfim."

A comichão por confusões como "para/pa[á]ra" ou grafias duplas como "espe[c]tador" não tem pois grande razão de ser - a língua muda. Pode questionar-se (e questiona-se) a necessidade de legislar sobre isto, mas aí, meus caros, recomendo a leitura diária do Diário da República. E não é pelo exercício da nova grafia em que é escrito. É para avaliarem sobre (tudo) o que se regulamenta e legisla.

Eu, por mim, socégo enfim.

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Cisma grisalho na rua: “Troika é uma merda”

por Miguel Marujo, em 21.05.13

[a ditadura do espaço - entenda-se: o espaço finito no papel impossibilita muitas vezes que os textos possam sair como os escrevemos originalmente, o que não acontece na imensidão da net - ditou que a minha reportagem de ontem, nos jardins em frente do Palácio de Belém, numa ação de protesto durante o Conselho de Estado, se resumisse hoje no DN a um parágrafo longo; recupero aqui o texto original, como já outras vezes o fiz.]

 

 

O cisma grisalho já está na rua. Paulo Portas, que o temia há 15 dias, está em Caracas e não o viu ontem às portas do Palácio de Belém. Como não o viram o Presidente da República e os 19 conselheiros, mantidos à distância de uma avenida atravessada por carros e autocarros e carrinhas da polícia e um gradeamento que colocava a ação de protesto do movimento “Que se lixe a troika!” a meio do jardim da Praça Afonso de Albuquerque.
São mais os velhos que se juntam aos protestos - como também neste, convocado na página de facebook do movimento, que já a 2 de março tinha visto a sua manifestação em 40 cidades portuguesas com muitos pensionistas e reformados. “Um governo que não respeita os seus velhos não é digno do respeito da sociedade”, resumia um cartaz da APRE! - Associação de Aposentados, Pensionistas e Reformados. “Está-se a pôr em causa a sustentabilidade demográfica”, completava ao DN Nuno Ramos de Almeida, do movimento “Que se lixe a troika!”, recuperando o número dos que emigraram, sobretudo jovens – “e muitos também iam às manifestações”.
O propósito desta “ação de pessoas” – escassas centenas, que foram crescendo no final da tarde –  passou por “não deixar passar em claro a reunião do Conselho de Estado”,  disse o responsável. Que sublinharia que “não há nenhum cenário pós-troika”, o tema da reunião, “que não passe por eleições”. Os manifestantes repetiam a ideia: “Está na hora do governo ir embora.” A alternativa política tem de existir, insistiu Ramos de Almeida, porque “na terra já todos perceberam que a troika é uma merda” porque o Governo “não cumpre nenhuma previsão nem estimativa”.
Pelos jardins em frente ao palácio passaram representantes do PCP e do Bloco de Esquerda alinhados no pedido de demissão do Governo. Já o movimento recolheu assinaturas para uma “moção de censura popular” ao executivo, a entregar a Cavaco Silva e ao Parlamento. E publicitaram a manifestação internacional de 1 de junho, que em Lisboa passará à porta do FMI.

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[regresso]

por Miguel Marujo, em 20.05.13

Um breve apontamento - para ilustrar isto tudo. Em Paris, no aeroporto de Orly, dois chocolates Snickers, numa máquina de snacks, são vendidos a 2 euros. Em Portugal, no aeroporto de Lisboa, o mesmo chocolate, uma unidade só, custa 1,50 euro. É o que chamaria viver acima das nossas possibilidades.

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manguito!

por Miguel Marujo, em 15.05.13

Vamos ali à terra da Fantasia, que hoje - na vitória ou na derrota - também será em Amsterdão. Mas a nossa perdura até domingo, entre sonhos e princesas, entre ratos e monstros. Sim, também é um tremendo manguito aos Gaspares.

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A encomenda das almas

por Miguel Marujo, em 14.05.13

[escrevi este texto a 9 de junho de 2004, na Terra da Alegria; depois dos dislates públicos do Presidente da República sobre "nossa senhora de Fátima" e a troika, só posso retomar estas palavras.]

 

Com o Euro 2004 à porta, hoje jogamos em terreno escorregadio. Cresci a respeitar a devoção a Fátima e beatos e santos. Coisas de um catolicismo acrítico que despertava das amarras do Estado Novo. Mas chutemos para canto este assunto e caminhemos até Santiago de Compostela.

Em peregrinação com a selecção espanhola de futebol que se encomendou ao apóstolo, descobrimos um tipo de religiosidade que cremos própria de quase-analfabetos ou de cobradores de promessas. Afinal, Raul salta do relvado para a catedral com pontaria afinada e remata «pelos marginalizados e deserdados da Terra. Pelos que se esforçam nos estudos e no trabalho. Pelos que cuidam da nossa segurança. Pelas famílias. Pelos que se unem e organizam para fazer deste um mundo melhor».

A prece foi apresentada no domingo passado pelo capitão da equipa espanhola. O treinador Iñaki Sáez foi menos "politicamente correcto" e pediu a táctica directamente a São Tiago: «[...] Não seríamos sinceros se não vos pedíssemos fervorosamente que nos afasteis em todo o momento de lesões, que nos incutais valor nos momentos de desânimo e que, se puder ser, nos façais acreditar na vitória».

A página desportiva do jornal diário parece quase o "pasquim" da paróquia, que debita preces pelas melhoras de quem «foi este mês internado» no hospital local. E Iñaki tem direito a micro-entrevista que não quer saber das coisas da bola, mas do terreno da fé: «O Europeu é uma questão de fé», pergunta o jornalista – sublinhando o poiso da selecção de "nuestros hermanos", à sombra da Senhora do Sameiro – para uma resposta que (perdoe-se nova citação e peça-se por isso indulgência para este vosso escriba), que exige um estudo psicossociológico: «A religiosidade é uma tradição cultural com enorme força em Espanha. É claro que se queremos vencer temos que contar connosco, com a nossa capacidade. O certo é que interiormente temos sempre qualquer coisa a pedir. Primeiro a nós próprios e depois como equipa. Só pedi três coisas: que não haja lesões, expulsões ou azar com as arbitragens.»

Ainda não passámos do meio-campo, a defesa continua a trocar a bola atrás das linhas da equipa adversária, mas já percebemos que uma vitória de Espanha nos estádios portugueses será de ordem divina – ou, pelo menos, de Santiago. Por cá, não há quem não se encomende à Senhora de Fátima, com resultados práticos evidentes: o ministro da Defesa na invocação da protecção da maré negra do Prestige ou José Mourinho na sua demanda do Graal inglês com goleadas em Portugal e Genselkirchen ("qualquer-coisa-igreja, diz-me o meu fraquíssimo alemão).

Em tempos de longínquo 12º ano, pediram-me um trabalho sobre Santa Joana Princesa, padroeira de Aveiro. Não fui capaz de pensar no milagre de um jardim de Primavera que se fazia tarde de Outono em Maio, no funeral da filha de rei feita monja. Preferi lembrá-la na atenção às pequenas coisas que os biógrafos registaram – na atenção aos pobres, aos marginalizados. Como Raul, mas sem preces encomendadas. Apenas na prática do seu dia-a-dia.

Passe longo do trinco para o avançado da equipa, abrindo uma rápida frente de ataque: o que me incomoda nestas encomendas das almas é uma apropriação ilegítima de Deus, profetas e santos. A bola é só deles, e a descrença acontece na angústia dos jogadores no momento da derrota. «Meu deus, porque nos abandonaste?», grita-se aos deuses do estádio e nas alturas. Uma fé que se alimenta de cobradores de calções ou peregrinos ajoelhados – em que só se valida o crer por Ele nos responder. Ao golo, à cura, à sorte no amor e no trabalho.

Bolas! Não podemos deixar Deus, o apóstolo Tiago ou a Senhora de Fátima fora deste jogo? E dos outros que todos os dias jogamos na nossa vida? Podemos pois. Querendo. Crendo.

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[sapateiro]

por Miguel Marujo, em 13.05.13

No outro dia, o sapateiro acidental disse que as sapatilhas não tinham arranjo. Hoje, o sapateiro de sempre, com a loja forrada de Benfica, disse que sim, que se arranjavam e que ia fazer o melhor. É assim: acreditar até ao fim.

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Para não dizerem que não falei das flores

por Miguel Marujo, em 11.05.13

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A crise escreve-se assim

por Miguel Marujo, em 10.05.13

Sexta-feira, 3.

«Sabemos que esta medida pesaria sobre o rendimento disponível dos pensionistas e, por isso, queremos que o crescimento económico em que estamos empenhados possa atenuar diretamente os sacrifícios que são pedidos aos pensionistas, desejavelmente até ao ponto em que ela possa desaparecer por completo» - Passos Coelho.

 

Sábado, 4.

«Neste menu de medidas que ontem apresentei, há várias que decorreram do seu [de Portas] empenho pessoal. Ele tem aplicado muito do seu talento, para encontrarmos melhores soluções, para discutirmos com a troika e parceiros. [...] Traduz o seu sentido de responsabilidade muito grande.» - Passos Coelho.

 

Domingo, 5.

«Num país em que grande parte da pobreza está nos mais velhos e em que há avós a ajudar os filhos e a cuidar dos netos, o primeiro-ministro sabe e creio ter compreendido que é a fronteira que não posso deixar passar» - Paulo Portas.

 

Quinta, 9.

«[Há] uma enorme preocupação social, que foi transversal nas intervenções do primeiro-ministro, do ministro dos Negócios Estrangeiros e dos deputados do PSD e do CDS» - Nuno Magalhães, ao lado de Luís Montenegro, no final de reunião das bancadas dos dois partidos com Passos e Portas.

 

«Paulo Portas admitiu que os socialistas têm a agenda sequestrada pelas eleições autárquicas» - in Público.

 

Sexta, 10.

«Se tivéssemos seguido os apelos da oposição não estaríamos hoje a discutir o crescimento, o emprego e o regresso aos mercados a juros mais baixos, mas sim um segundo resgate e o desnorte de Portugal» - Passos Coelho, no debate quinzenal.

«Há várias medidas relativamente ao sistema de pensões. Uma delas é esta contribuição para a Segurança Social que possa ser suportada pelos pensionistas» - Passos Coelho, no debate quinzenal.

 

«O tempo político de Vítor Gaspar terminou» - Carlos Abreu Amorim, vice-presidente da bancada do PSD e candidato à CM de Gaia.


«Quero em nome do PSD lamentar estas declarações e esperar que o Dr. Abreu Amorim tenha condições para explicar qual era a intenção, na medida em que essas declarações são, do ponto de vista dos princípios, inaceitáveis, do ponto de vista estratégico, incorretas e, do ponto de vista eleitoral, ineficientes» - Jorge Moreira da Silva, vice-presidente do PSD.

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Dr Jekyll and Mr Hyde

por Miguel Marujo, em 05.05.13

Fala hoje ao País às 19h00. Não é de esperar nada de bom. Como já se ouviu às 20h00 de sexta-feira.

[atualize-se, à noite] Portas faz de conta que é o grilo falante - a consciência de Pinóquio. Esquece-se é que faz parte todos os dias do governo, o mesmo de Vítor Gaspar e Passos Coelho, não apenas quando lhe dá jeito.


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Acreditámos

por Miguel Marujo, em 03.05.13

foto Hugo Correia/Reuters

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Acreditar

por Miguel Marujo, em 02.05.13

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Seriedade?

por Miguel Marujo, em 02.05.13

Passos falará às 20h00 de uma sexta-feira. Está tudo dito.

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