«O ministro das Finanças anunciou hoje a possibilidade de o PEC cortar nos subsídios de desemprego com o objectivo de estimular o regresso à vida activa.»
Pois, pois. Também concordo: no dia em que Teixeira dos Santos for para o desemprego deverá receber 60 por cento do salário, obviamente dependente do tempo dos descontos efectuados desde Outubro... Para ter um cheirinho de realidade, ou nas suas palavras, um estímulo.

