uma coisa que partilham com as mulheres e com as pessoas da esquerda "à séria". So i've been told. Estamos quites?
Já te respondi lá na Chafarica e gostava que lesses, embora lá seja estenográfico. Vou explicar melhor aqui. Não quero ser terrivelmente mal entendida. O meu ponto, ao contrário do que foi lido, é que umas poucas pessoas podem estragar o bom trabalho de imensas. Na ICAR (detesto este acrónimo) como em muitas, senão todas, as instituições, formais ou informais. Porque, apesar de, como assinalaste, isto ser um episódio residual, são o tipo de pequenos momentos que acho muito ameaçadores, destrutivos, para a nossa capacidade de partilhar sociedade. Percebes? Claro, se calhar o meu papel devia ser celebrar todos estes factores de tensão. Nunca serei uma boa revolucionária. Sad, really.
...querendo dizer que quem se transforma a si próprio numa caricatura, no sentido de cumprir as piores expectativas, está a alimentar os estereótipos e as incompreensões. Suponho que é a vida. A realidade é sempre uma maçada.
Havia duas versões bastante famosas (pelo menos entre escuteiros) da cantiga em q os Gatos pegaram para fazer a rábula ("Louvado sejas, ó meu Senhor"): "Rouba as cerejas ao lavrador" e "Levar cervejas ao vencedor". Cantadas vezes sem conta em actividades de escuteiros, nunca me dei conta de qualquer tipo de censura ou indignação. Tal como, no meu tempo de Seminário, nunca vi qualquer tipo de censura ou indignação (antes pelo contrário) em relação às rábulas q se faziam nas festas de aniversário, em q se davam largas à sátira a padres, bispos, cardeais e até santos, anjos e arcanjos.
De Carlos Antunes a 25 de Outubro de 2008 às 12:28
O sketche é fabuloso! É uma boa oportunidade para os católicos se rirem de si próprios - o que faz sempre bem. É mesmo recomendável. Nós, os católicos, podemos sugerir muitas outras "cantigas" que não dariam efeitos menos interessantes. Obrigado, Miguel!