20.11.09



Miguel Marujo, às 13:21

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Ele falava alto e bom som ao telemóvel enquanto ouvíamos as respostas dela em alta voz. Um destes dias, a rua saberá tudo.



Miguel Marujo, às 12:15

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19.11.09

Electro pioneers Kraftwerk have released digitally remastered versions of eight astounding albums.



Miguel Marujo, às 23:02

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«O Presidente da República alertou hoje para a necessidade de uma reflexão sobre a forma como a humanidade se relaciona com o planeta, lembrando que a geração actual não é dona da Terra mas apenas um habitante temporário.» [da Lusa]



Miguel Marujo, às 21:42

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Yes, we can


Miguel Marujo, às 16:54

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A small boy wrote to Santa Claus:
"SEND ME A BROTHER"

Santa Claus wrote back:
"SEND ME YOUR MOTHER"

 

 

 

[recebida por mail]



Miguel Marujo, às 14:58

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Ler os outros: «O casamento, que foi consagrado juridicamente para tutelar a família, tem de tutelar as famílias. Todas. Mesmo aquelas que não seguem as ilustrações dos livros da primeira classe.» [Laura Abreu Cravo]



Miguel Marujo, às 01:39

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Já lá estamos. E agora voltamos aos rodriguinhos de sempre.



Miguel Marujo, às 01:06

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18.11.09

Ouve-se a transmissão do jogo Bósnia-Herzegovina - Portugal e parece que a Selecção joga no terceiro mundo, que nós fomos para a guerra, que, que, que... Isto é desporto, rapaziada. (Já não falo de jornalismo nisto.)



Miguel Marujo, às 20:32

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17.11.09



Miguel Marujo, às 10:17

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16.11.09

É o facto de o Muro ter sido construído em nome de um mundo radicalmente mais justo que hoje rouba possibilidades a quem queira imaginar um mundo radicalmente mais justo. 

[...] Muro de Berlim tarde caíste. Toda a razão, Bruno. Toda a razão.



Miguel Marujo, às 10:52

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Miguel Marujo, às 10:19

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15.11.09

Perto da perfeição, este romance de Richard Yates traz-nos um relato de duas famílias da classe média americana que vivem o sonho adiado de um futuro melhor. O autor de “Revolutionary Road” traça com “Perto da Felicidade” esse sonho mítico – que a América sempre vendeu ao mundo – de uma forma crua.

Perto da Felicidade, Richard Yates, Quetzal, 2009

 

Um jovem inglês com 20 anos deixa a sua casa numa manhã de Verão. Um ano depois está em Vigo, percorre as terras quentes de Espanha, até ao sul nos meses que antecedem a Guerra Civil espanhola. Numa prosa simples, Laurie Lee traz-nos um relato de viagem que nos transporta para um país tão próximo de Portugal  e cuja história trágica ecoou por cá.

Quando Parti Numa Manhã de Verão, Laurie Lee, Bertrand Editora, 2009

 

É uma aposta arriscada esta, apesar do nome da obra e do seu autor – “Sacanas sem Lei”, de Quentin Tarantino é a publicação do argumento original do último filme do realizador de “Pulp Fiction”, uma iniciativa rara no mercado editorial português. Com este livro é possível acompanhar alguns dos mais notáveis diálogos dos filmes e decompor como se preparam as cenas que nos chegam aos ecrãs.

Quentin Tarantino, Sacanas sem Lei, Contraponto, 2009

 

O mundo globalizado já não guarda grandes segredos sobre lugares inacessíveis ou sítios exóticos, mas estes “Traços de Viagem” prometem trazer ao leitor “experiências remotas, locais invulgares”. A acompanhar as crónicas de Manuel João Ramos, que já tinha trazido “Histórias Etíopes”, este diário de viagem é ilustrado com desenhos desses lugares. Pena que as ilustrações venham a preto e branco.

Traços de Viagem, Manuel João Ramos, Bertrand Editora, 2009

 

É a primeira obra a chegar a Portugal de uma escritora japonesa com mais de 20 romances publicados e traduzidos um pouco por todo o mundo. Os elogios também precedem Yoko Ogawa e este seu “Hotel Íris”, uma história em que Mari e a sua mãe gerem um pequeno hotel num Verão de obsessões e descoberta do desejo.

Hotel Íris, Yoko Ogawa, Quetzal, 2009

O criador da BD “Mutts”, Patrick McDonnell, empresta o seu traço inconfundível a um compêndio de ideias que Eckhart Tolle formula para nos fazer sentir melhor. Oprah diz que ele “é um dos profetas dos nossos dias” e “Guardiões do Ser” quer ensinar-nos que “todas as coisas naturais – cada flor, cada árvore e cada animal – têm lições importantes para nos ensinar. Um livro deste tempo.

Eckhart Tolle e Patrick McDonnell, Guardiões do Ser, Pergaminho, 2009

 

 

[* - escritos para 24horas, nem todos publicados]



Miguel Marujo, às 15:56

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14.11.09

E se de repente um estranho te oferecer um blogue, isso é...



Miguel Marujo, às 18:31

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13.11.09

O país vive algures entre Elm Street e saber o que fizeram no verão passado ao telefone. Maus filmes de terror.



Miguel Marujo, às 16:20

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12.11.09

O canalizador andou a sondar as paredes, de contador fechado, para ver de onde vem a fuga. O CDS já veio dizer que está contra - são sondagens.



Miguel Marujo, às 15:04

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11.11.09

FOTO: jornal português comete gafe e confunde C. Ronaldo com Fenômeno

Tabloide estampa foto de Ronaldo com a camisa do Corinthians se referindo ao craque do Real Madrid.

 



Miguel Marujo, às 16:19

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Robert Enke. Quem nos dava alegrias em anos de deserto.



Miguel Marujo, às 00:48

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10.11.09

Jorge Colombo

 

Vale de pouco neste momento vir falar com serenidade do casamento. A instituição está em baixo de forma - divórcios disparam, o civil é preferido ao religioso, há anos que se fala em porquês. Mas ao mínimo movimento para alargar o casamento aos gays, cai o carmo e a trindade, e saltam os do costume com os costumes. Esquecem-se que o amor importa - hoje João César das Neves diz, no i, que o casamento não tem nada a ver com o amor, numa clara inversão do que deve ser entendido o casamento por um cristão, mas há muito que eu duvido que este senhor o seja. Ao importar o amor, pouco me importa se se casam elas com eles, eles com eles ou elas e elas. Vejo todos os dias, como ontem à noite ao jantar, testemunhos suficientes do que é importante - o mesmo na educação dos filhos.

 

 

(Retomo sobre o comportamento e palavras dos bispos, partes de um texto do MCE, de 1993, que infelizmente para nós permanece demasiado actual:
 

«[...] Ao Magistério caberia, segundo pensamos, enquanto autoridade fundamental no interior da Igreja, apontar caminhos, valores, princípios gerais de orientação do comportamento dos Homens. No entanto, não é a isto que estamos habituados no domínio da Moral Sexual. Aqui, regra geral, confrontamo-nos com um discurso sabre aspectos particulares e questões pontuais, com pretensões de universalidade, perenidade e de quase infalibilidade, dificultando o acesso aos valores e princípios que diz pretender afirmar. Não raras vezes este discurso é baseado numa assim chamada sabedoria do humano supostamente detida pela Igreja sem nos revelar a sua fundamentação.

Denunciamos então a validade de um discurso que não assume as suas próprias historicidades e circunstancialidades e que esquece as contribuições para um melhor conhecimento do Homem trazidas quer pelas ciências humanas e biológicas quer pela experiência dos cristãos leigos, sempre que estas ameaçam pô-lo em causa. A inoperacionalidade deste discurso oficial da Igreja advém da sua desarticulação com o real e portanto da sua inaplicabilidade. Resulta daqui a sua ausência de credibilidade tanto junto da comunidade cristã como perante a sociedade em geral. [...]».)



Miguel Marujo, às 16:19

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Está marcado o julgamento, da acção interposta em Outubro de 2006. Rufar de tambores: no dia... 18 de Março de 2010.



Miguel Marujo, às 12:04

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A bizarria de ter intervalos nas televisões de 20 minutos em filmes ou séries transmitidas à uma da manhã continua a ser motivo de explicação transcendente. Mais ainda quando tenho de ver anúncios à boneca Titucha e ao Toys'r'us. Meus senhores, os putos já dormem há muito.



Miguel Marujo, às 00:56

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09.11.09


Miguel Marujo, às 22:06

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Corre um debate efémero sobre o melhor hino de sempre. RDA? URSS? Ou Hungria? Por muito que agradeça ao Sergei Bubka, depois de ouvir (recordar) o húngaro, só posso concordar com o Luís Naves - oremos:

 

 



Miguel Marujo, às 18:59

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20 anos depois, a Liberdade. A Europa varrida pela democracia, deixando para trás um regime que matou milhões, que deixou na miséria tantos e tantas, que pura e simples iludia a liberdade e a alegria.

 

20 anos depois, a obscenidade: ler o jornal Avante! e descobrir pérolas como «A derrota do socialismo, com o desaparecimento da União Soviética e da comunidade socialista do Leste da Europa, constituiu uma tragédia, não apenas para os povos desses países mas para toda a humanidade» é perceber que há gente que ainda não percebeu que aquilo não era socialismo. Mais: que ainda não percebeu que a tragédia era aquela vida sem liberdade. Que o PCP-ano-2009 o diga e escreve é trágico. E risível.



Miguel Marujo, às 01:02

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08.11.09

Chove. Lá em baixo, desce a Avenida na sua imaculada camisa branca de manga curta. Vai fresco, ele. Como o tempo.



Miguel Marujo, às 14:23

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